O uso de praças públicas como espaço não formal de educação

Ailton Jesus Dinardi, Allyson H. Souza Feiffer, Heitor Estella Felippelli

Resumo


Dentre os desafios para a implantação da escola de tempo integral no Brasil, está a falta de espaço físico nas escolas. O Plano Nacional de Educação (2014-2024) propõe como uma das estratégias para a resolução desta questão, a articulação da escola com os diferentes espaços educativos, culturais e esportivos, alinhando educação formal com educação em espaço não formal, ou seja, fora dos muros da escola.  Com o intuito de contribuir com este processo, se iniciou em 2015 um projeto de extensão, na forma de oficinas para o ensino de ciências, nas dependências da Praça do Parcão (Praça Dom Pedro II) no município de Uruguaiana-RS, tendo como um dos objetivos, contribuir com a implantação da escola de tempo integral oferecendo atividades educativas em espaços não formais. Nas análises das avaliações dos educandos, se observa que a metodologia de ensino proporcionou aprendizagem, contribuiu com a formação dos alunos, que os temas explorados durante as atividades despertam o interesse, contribuem com a mudança dos olhares sobre a praça e agregam conhecimentos. Estes resultados corroboram com a possibilidade de utilização dos espaços públicos (praças) como ferramenta para o processo de ensino-aprendizagem.

Palavras-chave: espaço não-formal; ensino de ciências; praças públicas.


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