QUANDO O ESCRITOR SE TORNA O PERSONAGEM: A AUTOFICÇÃO DE CLARICE LISPECTOR EM UM SOPRO DE VIDA

Anderson Guerreiro

Resumo


Objetivamos neste trabalho apresentar e discutir a teoria da autoficção, em seguida, analisar sob o viés desse gênero a obra de Clarice Lispector Um sopro de vida. Mostraremos como a escritora Clarice aproxima-se sobremaneira dos personagens de sua trama, Ângela Pralini e o Autor, e os traços da realidade vivida pela autora na narrativa da obra, evidenciando os limites que separam ficção da realidade. Nossa hipótese é que a escritora usou a autoficção como uma estratégia de representação, como se fosse uma máscara autoral, pois ao ser impulsionada ao desejo de confissão, intimidade, mantém o desejo de preservar-se e de esconder-se.

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ISSN 1983-8018

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