PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM REDE NACIONAL
Bancas de Qualificação
Bancas - 2026
Data: 13/10/2026 Hora: 15:00
Local: Online pelo Google Meet
Título: ANÁLISE DA PLATAFORMA MAIS INGLÊS SOB A PERSPECTIVA DA ACESSIBILIDADE PARA ALUNO CEGO
Palavras-chave: Educação inclusiva. Acessibilidade digital. Tecnologia Assistiva. Desenho Universal para a Aprendizagem. Ensino de Língua Inglesa. Plataforma Mais Inglês.
Páginas: 85
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar as condições de acessibilidade digital da Plataforma Mais Inglês para estudantes cegos que utilizam tecnologias assistivas no processo de ensino e aprendizagem da Língua Inglesa. A investigação parte da compreensão de que a presença das tecnologias digitais no contexto educacional pode ampliar as possibilidades de acesso ao conhecimento e favorecer novas formas de interação e participação, mas que sua utilização não garante, por si só, condições de aprendizagem para todos os estudantes. Nesse sentido, o estudo se orienta pelo seguinte problema de pesquisa: em quais aspectos a Plataforma Mais Inglês oferece condições de acessibilidade digital para estudantes cegos que utilizam tecnologias assistivas no processo de ensino e aprendizagem da Língua Inglesa? O referencial teórico articula os campos da educação inclusiva, acessibilidade digital, tecnologia assistiva e Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), considerando as contribuições de estudos recentes, como Costa-Renders (2025), Souza et al. (2025), Roscoché et al. (2024) e Alonso et al. (2026), além das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG 2.2). A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, desenvolvida por meio de estudo de caso e análise da própria plataforma, sem participação direta de sujeitos. Para a análise, foram consideradas categorias relacionadas à navegabilidade, compatibilidade com tecnologias assistivas, acessibilidade dos conteúdos multimídia, autonomia do estudante cego, barreiras de acessibilidade e potencialidades pedagógicas inclusivas. A investigação busca compreender não apenas a presença de recursos digitais na plataforma, mas as condições concretas oferecidas para que estudantes cegos acessem os conteúdos, naveguem pelo ambiente, realizem as atividades e participem do processo de aprendizagem com maior autonomia. Parte-se do entendimento de que a acessibilidade digital constitui uma condição fundamental para que as tecnologias educacionais contribuam efetivamente para uma educação inclusiva. Ao aproximar as discussões sobre aprendizagem de Língua Inglesa, tecnologias digitais, tecnologia assistiva, DUA e acessibilidade, a pesquisa pretende contribuir para o debate sobre a necessidade de ambientes educacionais digitais que considerem a diversidade dos estudantes desde seu planejamento e desenvolvimento. Como produto educacional, propõe-se a elaboração do “Mais Inglês Acessível – Guia para Alunos Cegos e Professores”, com orientações que favoreçam o uso da plataforma por estudantes cegos e apoiem professores na mediação de práticas pedagógicas mais acessíveis.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - CARMEM ZIRR ARTUZO - UNEMAT
Data: 13/10/2026 Hora: 14:00
Local: Sala virtual Google Meet
Título: Jardim Sensorial como Suporte Pedagógico de Estímulos Multissensoriais e Inclusivos na Educação Infantil
Palavras-chave: Educação inclusiva; Estimulação sensorial; Desenvolvimento infantil
Páginas: 85
Resumo: A Educação Inclusiva tem como princípio garantir o acesso, a participação e a aprendizagem de todas as crianças, respeitando suas especificidades e diferentes formas de aprender. Nesse contexto, o Jardim Sensorial age como um recurso pedagógico capaz de proporcionar experiências multissensoriais que favorecem o desenvolvimento infantil e a construção de uma aprendizagem significativa na Educação Infantil. Assim, essa pesquisa tem como objetivo identificar de que maneira a utilização do Jardim Sensorial como suporte pedagógico de estímulos multissensoriais, pode contribuir para o desenvolvimento e a inclusão de crianças público-alvo da Educação Especial na Educação Infantil. A pesquisa será desenvolvida na Escola Infantil Fraternidade Maria Romana Gava Baesso, localizada no município de Tabaporã / Mato Grosso. Será uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza aplicada, com caráter exploratório e procedimentos de pesquisa participante. Os participantes serão três alunos público-alvo da Educação Especial regularmente matriculados na instituição e três professoras que atuam diretamente com essas crianças. A coleta de dados ocorrerá por meio da observação participante, diário de campo, registros fotográficos e entrevistas semiestruturadas com as docentes. Os dados serão analisados por meio da técnica de análise de conteúdo. Como Recurso Educacional, será elaborado um Guia Didático contendo orientações teóricas para auxiliar professores e demais profissionais da Educação na importância e utilização do Jardim Sensorial como recurso pedagógico e inclusivo, bem como orientar o processo de implantação para instituições interessadas em construir um Jardim Sensorial. O material apresenta sugestões de organização do espaço, escolha dos materiais, dicas, orientações para o desenvolvimento de práticas inclusivas e em prol da aprendizagem, prezando o desenvolvimento infantil e a promoção de uma Educação Inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 25/09/2026 Hora: 15:00
Local: https://meet.google.com/smm-iixr-emf
Título: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DE ESTUDANTES COM SUPERDOTAÇÃO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO NA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA - GOIÁS.
Palavras-chave: Educação Inclusiva. Altas Habilidades/Superdotação. Formação de Professores.
Páginas: 130
Resumo: A educação inclusiva pressupõe a garantia de acesso, permanência, participação e aprendizagem de todos os estudantes, incluindo os estudantes com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD), público-alvo da Educação Especial. Entretanto, apesar dos avanços das políticas públicas e da legislação brasileira, esses estudantes ainda permanecem subidentificados e pouco atendidos nas instituições escolares. Essa situação está frequentemente relacionada à insuficiência da formação inicial e continuada dos professores sobre as especificidades desse público. Nesse contexto, esta pesquisa tem como objetivo analisar como ocorre a formação dos professores da rede municipal de Aparecida de Goiânia para o atendimento de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação, identificando os conhecimentos, desafios e necessidades formativas relacionados à identificação e ao atendimento educacional desses estudantes. Trata-se de uma pesquisa desenvolvida no âmbito de um Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI), de abordagem qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica e de campo. A fundamentação teórica aborda os princípios da Educação Inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado, as políticas públicas voltadas à Educação Especial e os principais referenciais sobre Altas Habilidades/Superdotação, destacando contribuições de autores como Renzulli, Gardner, Sternberg, Gagné, Virgolim, Fleith, Pérez, Alencar, Guenther, Mantoan e Glat. A discussão demonstra que a limitada formação docente constitui um dos principais fatores para a invisibilidade dos estudantes superdotados no contexto escolar, comprometendo sua identificação e a implementação de práticas pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento de suas potencialidades. Como produto educacional, foi elaborado um e-book destinado aos professores da rede municipal, com informações teóricas e orientações práticas sobre Altas Habilidades/Superdotação, com intuito de contribuir para a ampliação do conhecimento dos profissionais da educação, favorecendo a identificação desses estudantes e subsidiando práticas pedagógicas mais inclusivas, em consonância com os princípios da educação inclusiva e da equidade educacional.
Membros da Banca:
Presidente - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 17/09/2026 Hora: 09:00
Local: via Google Meet
Título: Desenvolvimento de Jogos Educacionais Acessíveis como Estratégia de Estímulo Sensorial, Cognitivo e Motor no Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Baixa Visão
Palavras-chave: Educacional Especializado; Baixa Visão; Jogos Educacionais Acessíveis; Desenho Universal para a Aprendizagem
Páginas: 97
Resumo: A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva e está inserida na Linha de Pesquisa Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, com a produção de recursos educacionais acessíveis. O estudo tem como tema o desenvolvimento de jogos educacionais acessíveis como estratégia de estímulo sensorial, cognitivo e motor no Atendimento Educacional Especializado (AEE), com foco em estudantes com baixa visão. Parte-se do reconhecimento de que a inclusão escolar, fundamentada em legislações nacionais e internacionais, requer a superação de barreiras que limitam a participação e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da Educação Especial, especialmente aqueles com deficiência visual, que necessitam de recursos ampliados, adaptações pedagógicas e estímulos multissensoriais para o desenvolvimento de suas potencialidades. O objetivo geral consiste em desenvolver e analisar jogos educacionais acessíveis destinados a estudantes com baixa visão no contexto do AEE, investigando suas contribuições para a aprendizagem e a autonomia desses sujeitos. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter aplicado, realizada na rede municipal de ensino de Alta Floresta–MT. Participam do estudo professores que atuam no AEE em Salas de Recursos Multifuncionais e um estudante com diagnóstico de baixa visão, selecionado de forma voluntária para a intervenção pedagógica. Os procedimentos de coleta de dados incluem questionários semiestruturados, observação sistemática, diário de campo, análise documental e aplicação de atividades com jogos educacionais acessíveis. A análise envolve a comparação do desempenho do estudante antes e após as intervenções, considerando aspectos sensoriais, cognitivos e motores, com ênfase na percepção visual residual, orientação espacial e mobilidade. Os resultados, ainda em desenvolvimento, indicam que o uso de jogos educacionais acessíveis tende a favorecer maior engajamento, participação ativa e ampliação das estratégias de aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia e da funcionalidade visual do estudante com baixa visão. Observa-se também potencial contribuição para a prática pedagógica dos professores do AEE, ao oferecer recursos estruturados com base no Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), favorecendo a diversificação de estratégias didáticas e a redução de barreiras no processo de ensino. Conclui-se que a elaboração e implementação de jogos educacionais acessíveis representam uma estratégia promissora para o fortalecimento da inclusão escolar, articulando teoria e prática no contexto do Atendimento Educacional Especializado.
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - NATALIA CRISTINA DE OLIVEIRA - UFMS
Data: 10/09/2026 Hora: 14:00
Local: https://meet.google.com/aig-txoe-jbz?authuser=0&hs=122
Título: INCLUSÃO DE ESTUDANTES MIGRANTES EM ESCOLAS PÚBLICAS DE SINOP/MT
Palavras-chave: Palavras-chave: Educação Inclusiva. Estudantes migrantes. Práticas pedagógicas. Acolhimento escolar. Formação docente.
Páginas: 78
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo compreender como ocorre a inclusão de estudantes migrantes nos anos iniciais da rede pública municipal de ensino em Sinop/MT, considerando as práticas pedagógicas desenvolvidas pela escola, os processos de acolhimento e as percepções dos professores, gestores e estudantes. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, desenvolvida por meio de um estudo de caso em uma escola pública municipal de Sinop/MT. Participaram da pesquisa três estudantes migrantes, oriundos do Haiti e da Venezuela, três responsáveis, três professoras, uma coordenadora pedagógica e um diretor escolar, totalizando onze participantes. A produção dos dados ocorreu por meio de análise documental, entrevistas semiestruturadas, grupo focal com os estudantes e registros em caderno de campo. Os dados foram analisados à luz da Análise de Conteúdo proposta por Bardin (2011). Os resultados evidenciaram que o acolhimento inicial constitui um importante elemento para a construção do sentimento de pertencimento dos estudantes migrantes; entretanto, persistem desafios relacionados às barreiras linguísticas, à ausência de formação específica para os professores, à necessidade de fortalecimento das práticas interculturais e à distância entre as normativas educacionais e sua efetivação no cotidiano escolar. Em contrapartida, identificaram-se iniciativas pedagógicas desenvolvidas pelos profissionais da escola que favorecem a inclusão, ainda que de forma pontual. Como produto educacional será elaborado um Guia Pedagógico destinado a subsidiar professores dos anos iniciais na promoção do acolhimento, da inclusão e do pertencimento de estudantes migrantes. Espera-se que a pesquisa contribua para o fortalecimento de práticas pedagógicas inclusivas e para a formação de profissionais da educação comprometidos com o direito à educação e com a valorização da diversidade cultural.
Membros da Banca:
Presidente - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Interno - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EVERTON NEVES DOS SANTOS - UNEMAT
Data: 24/08/2026 Hora: 19:30
Local: Via Plataforma Google Meet
Título: Matematizando com Material Dourado: a Aprendizagem do Estudante com Transtorno do Espectro Autista
Palavras-chave: Educação Inclusiva; Ensino de Matemática; Materiais Manipuláveis; Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Páginas: 112
Resumo: Esta pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (PROFEI), da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Unidade de Sinop, vinculada à linha de pesquisa Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O estudo investigou o uso do Material Dourado no ensino de Matemática para estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Objetivou propor estratégias pedagógicas para sua aplicabilidade, por meio de pesquisa qualitativa, aplicada e exploratória, desenvolvida em campo e em estudo de caso. Participaram cinco docentes que atuam nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e um estudante com TEA matriculado no 2º ano do Ensino Fundamental. Os dados foram produzidos mediante questionário, observações sistemáticas e registros das atividades. Os resultados indicam que o Material Dourado, associado ao planejamento, à mediação docente e à flexibilização pedagógica, favorece a compreensão do valor posicional, a composição e decomposição numérica, a resolução de adição e subtração e a ampliação da autonomia do estudante. Como recurso educacional, elaborou-se uma coletânea com sequências didáticas alinhada à BNCC para contextos inclusivos.
Membros da Banca:
Presidente - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - RENATA CRISTINA DE LACERDA CINTRA BATISTA NASCIMENTO - UNEMAT
Data: 21/08/2026 Hora: 14:00
Local: de forma online pela sala do meet
Título: ENSINO DO BRAILLE PARA ESTUDANTE COM DEFICIÊNCIA VISUAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA: IMPACTO DE ABORDAGENS PEDAGÓGICAS E DO USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA
Palavras-chave: Sistema Braille. Deficiência visual. Tecnologia Assistiva. Educação Inclusiva. Educação Básica.
Páginas: 145
Resumo: A inclusão de estudantes com deficiência visual na Educação Básica demanda práticas pedagógicas que assegurem o acesso ao conhecimento em condições de equidade, respeitando as especificidades do processo de aprendizagem e promovendo sua participação efetiva no contexto escolar. Nesse cenário, o ensino do Sistema Braille constitui um elemento essencial para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da aprendizagem de estudantes cegos, sendo potencializado pela adoção de abordagens pedagógicas acessíveis e pelo uso da Tecnologia Assistiva. Esta pesquisa teve como objetivo analisar o impacto de abordagens pedagógicas acessíveis e do uso da Tecnologia Assistiva no ensino do Sistema Braille para uma estudante cega matriculada na Educação Básica da rede pública estadual de Mato Grosso. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, desenvolvida por meio de um estudo de caso, articulado à pesquisa-ação. A produção dos dados ocorreu por meio de observação participante, diário de campo, entrevistas semiestruturadas, análise documental e registros fotográficos, em conformidade com os princípios éticos que orientam as pesquisas com seres humanos. As intervenções pedagógicas envolveram o planejamento, a aplicação e a avaliação de práticas pedagógicas acessíveis, recursos didáticos táteis e Tecnologias Assistivas voltados ao ensino do Sistema Braille. Os resultados evidenciaram que a utilização dessas estratégias favoreceu avanços significativos na aprendizagem do Sistema Braille, ampliando as habilidades de leitura e escrita da estudante, sua participação nas atividades escolares e sua interação com os diferentes espaços educativos. Constatou-se, ainda, que o ensino sistematizado do Braille, associado ao uso de Tecnologias Assistivas, contribuiu para o fortalecimento da autonomia, da confiança e da inclusão escolar da estudante. Como produto educacional, foi desenvolvido o Kit Didático Acessível: Caminhos da Autonomia, composto por recursos pedagógicos destinados ao ensino do Sistema Braille e acompanhado do Manual Pedagógico de Orientação ao Professor, elaborado para orientar professores quanto à confecção dos materiais, às possibilidades de aplicação pedagógica e às estratégias de utilização desses recursos no processo de alfabetização de estudantes com deficiência visual. Conclui-se que a articulação entre abordagens pedagógicas acessíveis, Tecnologias Assistivas e ensino sistemático do Sistema Braille constitui uma estratégia relevante para potencializar a aprendizagem, ampliar a participação escolar e promover a autonomia de estudantes com deficiência visual na Educação Básica, contribuindo para o fortalecimento de práticas pedagógicas inclusivas.
Membros da Banca:
Presidente - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Interno - RINALDA BEZERRA CARLOS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - BEATRIZ CAVALHEIRO CRITTELLI - UNESP
Data: 20/08/2026 Hora: 18:00
Local: https://meet.google.com/uar-gotf-hwe?hs=122&authuser=0
Título: AVALIAÇÃO FORMATIVA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: PRÁTICA PEDAGÓGICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Palavras-chave: Palavras-chave: Educação inclusiva. Avaliação formativa; Mediação pedagógica.
Páginas: 84
Resumo: RESUMO A avaliação formativa tem se consolidado como uma importante estratégia pedagógica para o acompanhamento contínuo da aprendizagem, permitindo identificar avanços, dificuldades e necessidades dos estudantes ao longo do processo educativo. No contexto da educação inclusiva, essa perspectiva torna-se ainda mais relevante, uma vez que exige práticas pedagógicas capazes de reconhecer a diversidade presente em sala de aula e promover intervenções que respeitem os diferentes ritmos, potencialidades e formas de participação dos educandos. Nesse sentido, esta pesquisa investiga como a mediação pedagógica, articulada à avaliação formativa, pode contribuir para a promoção da aprendizagem e para o fortalecimento de práticas inclusivas nos anos iniciais do Ensino Fundamental. O estudo foi realizado na Escola Germano Lazaretti, no município de Campos de Júlio – MT, e adotou abordagem qualitativa, buscando compreender as percepções e experiências relacionadas às práticas avaliativas no contexto escolar. Como procedimentos metodológicos, a pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, entrevistas semiestruturadas com 06 professores e grupo focal com 04 estudantes. A revisão bibliográfica contemplou produções teóricas relacionadas à avaliação formativa, à mediação pedagógica e à educação inclusiva, forneceu embasamento para a análise e interpretação dos dados coletados. As entrevistas e o grupo focal possibilitaram compreender desafios, potencialidades e experiências vivenciadas no processo avaliativo, especialmente no que se refere à diversidade e às práticas pedagógicas inclusivas. A partir da articulação entre referencial teórico e dados empíricos contribuímos para o aprimoramento das práticas avaliativas desenvolvidas nos anos iniciais do Ensino Fundamental, evidenciando a mediação pedagógica como elemento fundamental para o acompanhamento da aprendizagem e para a construção de uma educação mais equitativa e significativa. Como produto educacional da pesquisa, será elaborado um guia pedagógico prático voltado à orientação de professores na realização da avaliação formativa de maneira efetiva, acessível e aplicável ao cotidiano escolar. O material buscará oferecer estratégias e direcionamentos que facilitem a implementação de práticas avaliativas inclusivas no dia a dia da sala de aula, favorecendo o acompanhamento do desenvolvimento dos estudantes e o respeito às suas singularidades.
Membros da Banca:
Presidente - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Interno - JOSE LUIZ MULLER - UNEMAT
Membro Interno - PAULO ALBERTO DOS SANTOS VIEIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ANGELA RITA CHRISTOFOLO DE MELLO - UNEMAT
Data: 20/08/2026 Hora: 09:00
Local: https://meet.google.com/cfk-eeyp-swy
Título: GCOMPRIS COMO RECURSO DIDÁTICO DE MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA EM ESTUDANTE COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista; Educação Inclusiva; Aprendizagem Matemática; GCompris; Jogos Digitais Educativos; Tecnologias Educacionais.
Páginas: 109
Resumo: O ensino da Matemática para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer estratégias pedagógicas que considerem suas especificidades de aprendizagem e favoreçam a participação ativa no processo educativo. Nesse contexto, os jogos digitais educativos apresentam-se como recursos promissores para a construção do conhecimento matemático em uma perspectiva inclusiva. Esta pesquisa tem como objetivo estudar o jogo educativo GCompris, adaptado às necessidades específicas de um estudante com autismo do 5º ano do Ensino Fundamental, visando o desenvolvimento da aprendizagem matemática. Como objetivos específicos, busca identificar os desafios enfrentados pelo estudante na aprendizagem da Matemática, subsidiando o planejamento de uma intervenção pedagógica mediada pelo software, bem como elaborar um Guia de Intervenção Pedagógica baseado na utilização do GCompris para apoio ao trabalho docente. A fundamentação teórica apoia-se nas contribuições de Jean Piaget, Lev Vygotsky e Seymour Papert, cujas concepções reconhecem o estudante como sujeito ativo da aprendizagem e destacam a importância da interação, da mediação e do uso das tecnologias digitais na construção do conhecimento. A pesquisa caracteriza-se como pela abordagem qualitativa, desenvolvido com um estudante diagnosticado com TEA matriculado no 5º ano do Ensino Fundamental. Os dados serão produzidos por meio de observações, aplicação de atividades matemáticas e utilização das ferramentas do software GCompris durante as intervenções pedagógicas. Espera-se que os resultados evidenciem contribuições do uso do jogo digital para o desenvolvimento de habilidades matemáticas, ampliação do engajamento e fortalecimento da aprendizagem do estudante, além de oferecer subsídios práticos para professores que atuam em contextos educacionais inclusivos.
Membros da Banca:
Presidente - KILWANGY KYA KAPITANGO A SAMBA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Data: 19/08/2026 Hora: 19:00
Local: meet.google.com/krq-nkbj-hwm
Título: GAMIFICAÇÃO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL: DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS
Palavras-chave: Gamificação; Atendimento Educacional Especializado; Educação Especial; Raciocínio Lógico-Matemático; Educação Infantil.
Páginas: 98
Resumo: Esta pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (PROFEI) da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e teve como objetivo compreender as percepções de professoras das Salas de Recursos Multifuncionais acerca da utilização da gamificação como estratégia para favorecer o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático e ampliar o engajamento de crianças de cinco anos público-alvo da Educação Especial. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de caráter descritivo, desenvolvida no contexto do Atendimento Educacional Especializado da rede municipal de ensino de Cáceres, Mato Grosso. Participaram da investigação cinco professoras atuantes em Salas de Recursos Multifuncionais da Educação Infantil. A produção dos dados ocorreu por meio de questionário composto por questões fechadas e abertas, disponibilizado na plataforma Google Forms. Os dados foram analisados por meio da Análise de Conteúdo proposta por Bardin, possibilitando a organização das informações em seis categorias analíticas. Os resultados evidenciaram que as professoras reconhecem a importância da utilização de materiais concretos, jogos, recursos visuais e estratégias lúdicas para favorecer o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático no Atendimento Educacional Especializado. Também revelaram que elementos característicos da gamificação, como desafios, missões, narrativas, feedbacks e recompensas, já estão presentes em suas práticas pedagógicas, embora, em muitos casos, sejam utilizados de forma intuitiva e sem sistematização conceitual. As participantes destacaram como desafios a necessidade de formação continuada, maior disponibilidade de recursos pedagógicos e tecnológicos e tempo para planejamento das atividades. Como desdobramento da pesquisa, foi elaborado o produto educacional Guia Pedagógico: Gamificação na Educação Especial – Desenvolvimento do Raciocínio Lógico-Matemático na Sala de Recursos Multifuncionais, organizado em sete eixos estruturantes e quinze atividades gamificadas, com orientações pedagógicas, adaptações inclusivas e materiais manipuláveis destinados ao Atendimento Educacional Especializado. Conclui-se que a gamificação apresenta potencial para favorecer o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático de crianças da Educação Infantil público-alvo da Educação Especial, desde que planejada de forma intencional, articulada à mediação docente e às necessidades educacionais das crianças, constituindo uma estratégia pedagógica relevante para qualificar as práticas desenvolvidas nas Salas de Recursos Multifuncionais.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - SIMONE SIMIONATO DOS SANTOS -
Data: 17/08/2026 Hora: 14:00
Local: meet.google.com/nwa-ipjc-zjv
Título: ENSINO DE POLÍGONOS E INCLUSÃO ESCOLAR: UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA COM APOIO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA ESTUDANTES COM TEA
Palavras-chave: Educação Inclusiva; Tecnologia Assistiva; Transtorno do Espectro Autista; Educação Matemática.
Páginas: 99
Resumo: A educação inclusiva tem se consolidado como um dos principais desafios da educação contemporânea, especialmente diante do crescimento do número de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados no ensino regular. Nesse contexto, torna-se fundamental desenvolver estratégias pedagógicas que assegurem não apenas o acesso à escola, mas também a participação efetiva e a aprendizagem significativa desses estudantes. No campo da Educação Matemática, as dificuldades relacionadas à abstração, à linguagem simbólica e à resolução de problemas evidenciam a necessidade de recursos e metodologias que favoreçam a compreensão dos conteúdos. Assim, esta pesquisa teve como objetivo analisar as contribuições das Tecnologias Assistivas, com ênfase nos laboratórios virtuais e recursos digitais, para o ensino e a aprendizagem da Matemática por estudantes com TEA nos anos finais do Ensino Fundamental. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica, análise documental e estudo das contribuições das Tecnologias Assistivas no contexto da Educação Matemática Inclusiva. O estudo apoiou-se em referenciais teóricos da educação inclusiva, da Tecnologia Assistiva e do ensino de Matemática, buscando compreender as possibilidades pedagógicas oferecidas pelos recursos digitais na superação de barreiras à aprendizagem. Os resultados evidenciaram que os laboratórios virtuais e demais tecnologias digitais favorecem a visualização de conceitos matemáticos, a organização das informações, o desenvolvimento da autonomia e a ampliação da participação dos estudantes com TEA nas atividades escolares. Conclui-se que as Tecnologias Assistivas constituem importantes instrumentos de mediação pedagógica, contribuindo para a promoção da acessibilidade curricular, da equidade educacional e da aprendizagem significativa em Matemática, desde que utilizadas de forma planejada e articuladas à prática docente inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - SIMONE SIMIONATO DOS SANTOS -
Data: 14/08/2026 Hora: 09:00
Local: https://meet.google.com/yhf-aoqx-sne
Título: Educação inclusiva e aprendizagem multissensorial: uma cartilha para construção de jardins sensoriais adaptados à sala de aula
Palavras-chave: Deficiência visual; Aprendizagem significativa; Metodologias ativas; Recursos pedagógicos acessíveis; Produto educacional.
Páginas: 60
Resumo: A educação inclusiva busca assegurar o direito de todos os estudantes à aprendizagem, respeitando suas singularidades e promovendo práticas pedagógicas acessíveis. No caso de estudantes com deficiência visual, a utilização de estratégias multissensoriais constitui uma importante alternativa para ampliar as possibilidades de participação e construção do conhecimento. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo elaborar uma cartilha pedagógica orientadora para a construção e utilização de jardins sensoriais adaptados como recurso didático para o ensino inclusivo. A pesquisa caracteriza-se como aplicada, de abordagem qualitativa, descritiva e propositiva, fundamentada em levantamento bibliográfico sobre educação inclusiva, aprendizagem multissensorial, deficiência visual e metodologias ativas. Como produto educacional, foi desenvolvida uma cartilha destinada a orientar professores na implementação de jardins sensoriais utilizando materiais recicláveis e de baixo custo. A proposta contempla atividades voltadas à estimulação do tato e do olfato, por meio da utilização de garrafas PET, bandejas reutilizadas e elementos naturais, favorecendo experiências concretas de aprendizagem e a participação de estudantes com e sem deficiência visual. Os resultados evidenciaram que a utilização de recursos simples, acessíveis e sustentáveis apresenta potencial para subsidiar práticas pedagógicas inclusivas, ampliando as possibilidades de exploração sensorial, interação e aprendizagem significativa no ambiente escolar. Conclui-se que o jardim sensorial constitui um recurso didático viável e facilmente reproduzível, contribuindo para a democratização do acesso a materiais pedagógicos inclusivos e para o fortalecimento de práticas educativas alinhadas aos princípios da educação inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ANA MARIA DE LIMA - UNEMAT
Data: 13/08/2026 Hora: 14:00
Local: via meet
Título: MANEJO DE COMPORTAMENTO DISRUPTIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL INCLUSIVA: ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA MANAGING DISRUPTIVE BEHAVIOR IN INCLUSIVE EARLY CHILDHOOD EDUCATION: INTERVENTION STRATEGIES AND EDUCATIONAL MEDIATION
Palavras-chave: Palavras chaves: Educação Infantil; Múltiplas Deficiências; Colapsos Comportamentais
Páginas: 126
Resumo: RESUMO Esta pesquisa estudou o manejo dos comportamentos disruptivos com uma criança PEE de uma turma de Pré-Escola pública inclusiva. O objetivo geral foi analisar a eficácia de intervenções pedagógicas voltadas ao manejo comportamental com foco na autorregulação e na personalização pedagógica de estratégias de intervenção. De caráter qualitativo, este estudo caracterizou-se como um estudo de caso delineado por uma pesquisa-ação, pois, a professora da turma também era a pesquisadora, e assim a reflexão sobre a práxis docente diária, no contexto de atendimento a estudante PEE, foi primordial para a elaboração das medidas de intervenção para manejo dos comportamentos disruptivos. Para tal, adaptou-se materiais escolares como pincéis, com engrossadores e cerdas diferenciadas; integrou-se o uso de rolos de pinturas, brinquedos aramados e painéis sensoriais como os recursos primordiais para aplicação da pesquisa. A coleta de dados foi registrada em um diário de bordo, confeccionado e adequado para tal pesquisa. Usou-se também, um checklist para avaliar a eficiência dos recursos usados, os quais vieram a indicar as rotas pedagógicas a serem incorporadas ou adaptadas a ação docente. Os resultados evidenciaram que para o caso pesquisado, o ambiente organizado socialmente e a personalização de propostas adequadas as singularidades da criança com múltiplas deficiências são essenciais para a prevenção da ocorrência de comportamentos disruptivos. Também ficou evidenciado que, o comprometimento familiar é essencial para que a prática pedagógica se consolide, uma vez que, casos de múltiplas deficiências podem ser complexos, mas não menos potentes em relação ao desenvolvimento da criança. Um dado importante, foi compreender que, qualquer comportamento da criança PEE que destoe dos padrões normativos corre o risco de ser compreendido como desviante do comum. O que ainda reverbera na escola, através de visões corponormativas que esperam atitudes e expressões modeladas das crianças inclusas. Entretanto, estudar sobre de manejo comportamento disruptivo não revela sequências prontas que produzirão comportamentos esperados e concebidos em uma normatividade. Relaciona-se com autorregulação no sentido do processo de mediação da dimensão humana, que torna cada sujeito único e singular. Assim conclui-se que, organizar o espaço escolar com recursos que atendam as singularidades da criança com múltiplas deficiências, como painéis sensoriais, favorecem o processo de inclusão escolar através do manejo comportamental e da autorregulação, prevenindo crise comportamentais e a escalonagem destes episódios. O recurso educacional então, resultou na elaboração de um painel sensorial e de um manual de orientações sobre como mediar e intervir em casos comportamento disruptivo e em como elaborar painéis sensoriais para serem usados com esta finalidade.
Membros da Banca:
Presidente - RENATA CRISTINA DE LACERDA CINTRA BATISTA NASCIMENTO - UNEMAT
Membro Interno - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CARIN KLEIN - UFRGS
Data: 13/03/2026 Hora: 13:00
Local: de forma online pela sala.
Título: TRABALHO COLABORATIVO ENTRE ESCOLA E FAMÍLIA NO PROCESSO DE INCLUSÃO: ACOLHIMENTO, ORIENTAÇÃO E TROCA DE EXPERIÊNCIAS.
Palavras-chave: Educação Inclusiva; Trabalho Colaborativo; Ação-Reflexão-Ação; Tecnologia Social; Relação Escola-Família
Páginas: 135
Resumo: A presente pesquisa, intitulada “Trabalho Colaborativo entre Escola e Família no Processo de Inclusão: Acolhimento, Orientação e Troca de Experiências”, investiga a construção de estratégias institucionais capazes de fortalecer a relação escola-família na perspectiva da Educação Inclusiva. O objetivo geral consiste em analisar como o trabalho colaborativo entre escola e família pode qualificar o processo de inclusão de estudantes com necessidades educacionais especiais (ENEEs), culminando na elaboração de um Guia de Acolhimento Institucional e Trabalho Colaborativo como Tecnologia Social aplicável à rede pública. Como objetivos específicos, destacam-se: I - identificar as fragilidades e potencialidades do acolhimento institucional na escola campo; II - compreender as percepções de gestores, professores e famílias acerca da comunicação e da parceria no processo inclusivo; III - sistematizar diretrizes práticas que promovam hospitalidade, orientação de direitos e protagonismo familiar. O referencial teórico fundamenta-se nos pressupostos da Educação Inclusiva e da gestão democrática, dialogando com autores como Maria Teresa Eglér Mantoan, ao discutir a superação de barreiras atitudinais; Rosana Glat, ao abordar os desafios históricos da Educação Especial; Heloisa Lück, no campo da gestão escolar participativa; Lev Vygotsky, quanto à mediação social do desenvolvimento; Martin Buber, na ética do encontro; Paulo Freire, na perspectiva do diálogo humanizador; Renato Dagnino, na concepção de Tecnologia Social; e Laurence Bardin, na fundamentação da análise de conteúdo. Também dialoga com Cruz Freitas no ciclo Ação-Reflexão-Ação (ARA). Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza aplicada, fundamentada na Pesquisa-Ação e estruturada no ciclo Ação-Reflexão-Ação (ARA), articulada ao estudo de caso. O campo de investigação foi a Escola Classe 12 do Gama, pertencente à Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. Participaram gestores, professores do Bloco Inicial de Alfabetização (BIA), profissionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e familiares de estudantes ENEEs. A coleta de dados ocorreu por meio de observação participante, entrevistas semiestruturadas, rodas de conversa dialogadas, grupo focal e análise documental. Utilizou-se ainda a Matriz SWOT como instrumento diagnóstico. A análise dos dados foi realizada com base na técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, respeitando os preceitos éticos estabelecidos pela Plataforma Brasil. Os resultados evidenciaram fragilidades no fluxo de informações, excesso de burocratização e lacunas na escuta qualificada às famílias, fatores que dificultavam a consolidação de uma parceria efetiva. Por outro lado, identificou-se abertura da gestão e do corpo docente para a implementação de uma Tecnologia Social que sistematizasse o acolhimento. A partir do movimento reflexivo do ciclo ARA, construiu-se coletivamente o Guia de Acolhimento Institucional e Trabalho Colaborativo, estruturado em eixos de hospitalidade, prontuário pedagógico, trabalho colaborativo e orientação de direitos. Conclui-se que a transição de um modelo burocrático para uma cultura institucional de acolhimento sistematizado fortalece o sentimento de pertencimento das famílias, qualifica a comunicação interinstitucional e contribui significativamente para o desenvolvimento integral do estudante, consolidando práticas efetivas de educação inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Data: 04/03/2026 Hora: 14:00
Local: meet.google.com/off-zdxh-wvg
Título: “Palavras de lá, palavras de cá: palavreando sobre ou na fronteira”: a sistematização de uma prática pedagógica em guia para o acolhimento linguístico de alunos residentes-fronteiriços.
Palavras-chave: Educação inclusiva; acolhimento linguístico; mobilidade humana; residentes-fronteiriços; oralidade; práticas pedagógicas.
Páginas: 111
Resumo: Esta dissertação, desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva em Rede Nacional (PROFEI), sistematiza a prática pedagógica “Palavras de lá, palavras de cá: palavreando sobre ou na fronteira” em um guia destinado a professores da educação básica que atuam em contextos de mobilidade humana e diversidade linguística. A pesquisa emerge da experiência docente em escolas públicas de fronteira, no município de Pacaraima/RR, marcadas pela presença de estudantes brasileiros, venezuelanos e residentes-fronteiriços, cujas trajetórias escolares são atravessadas por deslocamentos, bilinguismo e instabilidade social. Nesse cenário, a Língua Portuguesa é compreendida não apenas como conteúdo curricular, mas como condição de participação, pertencimento e reconhecimento, o que exige práticas que superem abordagens normativas e homogeneizadoras do ensino. Ancorada nos pressupostos da Educação Inclusiva e do Português como Língua de Acolhimento, a investigação assume a pesquisa-ação como caminho metodológico, articulando reflexão teórica e intervenção pedagógica. As atividades desenvolvidas envolvem oralidade, ampliação vocabular, leitura, produção de narrativas e histórias em quadrinhos, tradução colaborativa e circulação social das palavras no território, favorecendo o uso significativo da linguagem. Os registros evidenciam o fortalecimento da confiança linguística, maior participação nas interações escolares e ampliação do repertório lexical dos estudantes. Como resultado, apresenta-se um guia pedagógico com orientações e propostas adaptáveis a realidades semelhantes, contribuindo para a construção de práticas de acolhimento linguístico na escola pública.
Membros da Banca:
Presidente - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Data: 27/02/2026 Hora: 14:00
Local: Síncrono - Sistema - Universidade do Estado de Mato Grosso
Título: A Educação Inclusiva entre as reformas educacionais e a Organização do Trabalho Docente na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso pós-pandemia (2021–2025)
Palavras-chave: Educação Inclusiva; Trabalho Docente; Políticas Educacionais; Neoliberalismo na Educação; Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso.
Páginas: 82
Resumo: O presente trabalho é fruto de questionamentos surgidos na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso, no período pós-pandemia (2021–2025), que deram origem à pesquisa intitulada “A Educação Inclusiva entre as reformas educacionais e a Organização do Trabalho Docente na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso pós-pandemia (2021–2025)”. A pesquisa insere-se na linha Práticas de Processos Formativos de Educadores para a Educação Inclusiva do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (PROFEI), ofertado pela Universidade do Estado de Mato Grosso. O objeto de pesquisa surgiu da necessidade de encontrar respostas às vivências dos educadores da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso. Assim, o estudo voltou-se à análise das reformas educacionais pós-pandemia e das políticas de inclusão entre 2021 e 2025, bem como de suas implicações nas condições de trabalho e na carreira profissional dos educadores estaduais, além dos impactos sobre a gestão democrática na escola, conquistada em leis desde os anos 1990 pelos educadores e pela sociedade mato-grossense. Do ponto de vista teórico, para apreender as relações neoliberalizantes na educação da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso, a pesquisa orienta-se pelas contribuições de diversos autores, entre eles Freire (1996), Frigotto (2017, 2022, 2023), Paro (2016, 2018), Antunes (2009), Gramsci (2002), Freitas (2018), Souza (2017) e Vieira (2008). Quanto à metodologia, a abordagem é de caráter qualitativo, desenvolvida em dois movimentos: análise documental e aplicação de formulários a professores da Rede Estadual de Ensino. Desde o período pós-pandemia, a Rede Estadual de Ensino vem sofrendo a adoção de medidas neoliberalizantes e privatizantes, como a implementação de plataformas de ensino, o apostilamento de conteúdos, avaliações uniformizadas e em larga escala, aquisição de pacotes de formação, militarização de escolas, redimensionamento da rede, fechamento de salas de aula e de escolas, além do encerramento de matrículas destinadas à Educação Especial, principalmente na Educação de Jovens e Adultos. Somam-se a isso outras medidas que colocam em risco a aplicabilidade do conceito de Educação Inclusiva, dada a natureza dos processos privatizantes do ensino por meio de contratos empresariais baseados em Contratos de Impacto Social (CIS), que preveem pagamento apenas mediante a apresentação de resultados. A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc/MT) impõe, de forma autoritária, nova legislação e uma nova ordem meritocrática, fiscalista, gerencialista e financista para a educação.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - JOSE LUIZ MULLER - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - PAOLA CARDOSO PURIN - IFRS
Data: 19/02/2026 Hora: 09:00
Local: via Google Meet
Título: INCLUSÃO ESCOLAR SEM ABISMOS: UMA CONSTRUÇÃO SOCIOPEDAGÓGICA
Palavras-chave: educação inclusiva; educação especial; ensino-aprendizagem.
Páginas: 125
Resumo: A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva - PROFEI da Universidade Estadual de Mato Grosso - UNEMAT e está inserida na Linha de Pesquisa Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O estudo tem como tema o ensino inclusivo de pessoas com Deficiência, Transtorno do Espectro Autista - TEA e/ou Altas Habilidades/Superdotação. Objetiva analisar a percepção dos professores para os alunos públicos-alvo da Educação Especial (PAEE) com o objetivo geral analisar a percepção dos professores para os alunos PAEE com vistas à construção de materiais pedagógicos para a inclusão efetiva de alunos com necessidades específicas no ensino regular em uma escola pública de ensino médio. Os objetivos específicos são: descrever como as práticas pedagógicas na sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) contribuem para o ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais específicas; averiguar de que forma os alunos PAEE são atendidos nesta escola; identificar quais são as dificuldades dos professores para incluir os alunos PAEE na sala regular; criar, coletivamente com os professores, material pedagógico adaptado que atenda às especificidades do aluno e favoreça à inclusão; desenvolver um produto educacional que apresente possibilidades de construção de materiais didático-pedagógicos adaptados às reais necessidades dos alunos. A pesquisa possui caráter exploratório, abordagem qualitativa e será realizada por meio da técnica de estudo de caso, pautada na aplicação de questionário estruturado e semiestruturado ao gestor e professores da escola, objetivando investigar a realidade do ensino para alunos PAEE na única escola pública de ensino médio no município de Novo Progresso/ PA. Como produto educacional, propõe-se um e-book pedagógico na configuração de oficinas de criação/confecção/adaptação de materiais pedagógicos e de adaptações metodológicas, voltadas aos professores, para promover o ensino de alunos PAEE. Essa pesquisa apresentou resultados satisfatórios, podendo ser utilizada como subsídio para a prática pedagógica inclusiva, favorecendo a aprendizagem, o protagonismo e a formação cidadã.
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ANA MARIA DE LIMA - UNEMAT
Data: 02/02/2026 Hora: 14:00
Local: em sala do meet. meet.google.com/adm-yubf-yxe
Título: ESCOLA E FAMÍLIA UM OLHAR AFETIVO PARA O TRABALHO EDUCATIVO E INCLUSIVO
Palavras-chave: Educação, inclusão, acolhimento, família e aprendizado.
Páginas: 77
Resumo: Este trabalho é fruto da execução do projeto de pesquisa-ação intitulada Escola e família: um olhar afetivo para o trabalho educativo e inclusivo, realizado em uma escola de grande porte na periferia da cidade de Anápolis/Goiás, a qual atende a primeira fase do ensino fundamental. Estão matriculados cerca de 800 estudantes, distribuídos em dois turnos e destes cerca de 50 são público-alvo da Educação Especial. Tem por objetivo promover na escola um ambiente de trabalho cooperativo entre a escola e a família, promover uma cultura escolar inclusiva em prol da aprendizagem de todos. Para tanto, algumas perguntas guiaram este trabalho de pesquisa e de intervenção: Será possível ajudar alunos com dificuldade de aprendizagem e alunos especiais promovendo a inclusão e resgatando a participação das famílias? Estabelecer métodos colaborativos com práticas que consideram o envolvimento e a participação da família, que promovam o protagonismo do aluno e o seu sucesso escolar? Utilizou-se o método qualitativo que inicialmente contou com os trabalhos de levantamento do referencial teórico com identificação de exemplos de ações e projetos de parceria entre escola e família que já apresentam dados positivos, trazendo contribuições de autores como Perla Torrens (2018), Rosana Glat (2018), Sandra Regina Oliveira (2019), Eniceia Mendes (2021) e Eladio S. Heredero (2020). Seguiu-se a linha de análise histórico cultural crítica, na qual, buscou-se investigar as ações promovedoras do sucesso escolar a partir da participação da família na superação das dificuldades de aprendizagem. Em seguida, realizou-se uma pesquisa de campo participativa e interventiva, por meio da formação de grupo de estudo e a execução, avaliação e reflexão sobre a ação desenvolvida por meio do projeto “Mãos Dadas”. Destas ações resultou um ambiente acolhedor e inclusivo na escola e o produto educacional com vistas a contribuir na construção de uma cultura inclusiva no processo de ensino e aprendizagem.
Membros da Banca:
Presidente - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - ANDREIA CRISTIANE SILVA WIEZZEL - UNESP
Bancas - 2025
Data: 16/12/2025 Hora: 09:00
Local: Online pelo Google Meet
Título: POLÍTICAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PLANO EDUCAÇÃO DO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO
Palavras-chave: políticas públicas; educação especial; plano estadual de educação
Páginas: 55
Resumo: A pesquisa intitulada Políticas Públicas da Educação Especial e o Plano EducAção do Governo do Estado de Mato Grosso tem como objetivo compreender quais são as estratégias contidas no Plano educacional do governo de Mato Grosso para o desenvolvimento da política de Educação Especial, tomando como documento de análise principal o Decreto n° 1.497, de 10 de outubro de 2022, aprovado e publicado no Diário Oficial do Estado. Os objetivos específicos da pesquisa visam descrever quais foram as políticas educacionais de Educação Inclusiva contempladas no Plano educacional e como se tem dado o processo de acompanhamento do Plano. O Plano educacional tem vigência de 10 anos e contém metas e ações voltadas para todas as etapas da educação. Para a realização da pesquisa, foram utilizadas estratégias de pesquisa documental e revisão da literatura. Como parte do resultado, a presente pesquisa propõe a elaboração do recurso educacional cartilha sobre as políticas públicas educacionais de Mato Grosso, visando explicar e instigar a população a compreender quais são as ações governamentais criadas pelo governo estadual.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - RENATA CRISTINA DE LACERDA CINTRA BATISTA NASCIMENTO - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - ANTONIO HENRIQUE COUTELO DE MORAES - UFR
Data: 03/12/2025 Hora: 09:00
Local: https://meet.google.com/eiy-szwq-tup
Título: Comunicação aumentativa e alternativa como recurso didático para a mediação da aprendizagem linguística de estudante com Autismo
Palavras-chave: Autismo; Comunicação Aumentativa e Alternativa; Aprendizagem e Linguagem.
Páginas: 120
Resumo: A presente pesquisa desenvolve-se no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (PROFEI) da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), na Linha de Pesquisa Inovação Tecnológica e Tecnologia Assistiva. Aborda o uso da Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) como recurso didático para a mediação da aprendizagem linguística de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com foco em um participante não verbal do 3º ano do Ensino Fundamental. O objetivo geral é analisar a CAA como recurso didático para a mediação da aprendizagem de habilidades linguísticas, a fim de elaborar um guia didático para aplicação em contextos escolares. Os objetivos específicos são: (1) investigar as dificuldades de aprendizagem linguística do estudante conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), identificando barreiras que demandem intervenção com uso da CAA; e (2) desenvolver um guia didático para uso da CAA na alfabetização linguística de estudantes com autismo. A pesquisa possui abordagem qualitativa e caracteriza-se como pesquisa-ação. A coleta de dados inclui observações, registros de campo e aplicação de recursos de CAA de baixa tecnologia (cartões de figuras), com foco no apoio à comunicação e à aprendizagem. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Lazer de Rondonópolis-MT há 1.137 estudantes com diagnóstico de TEA matriculados entre Educação Infantil e Ensino Fundamental, evidenciando a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas. O participante foi escolhido segundo os seguintes critérios: diagnóstico formal de TEA, matrícula no 3º ano e atendimento regular no Atendimento Educacional Especializado (AEE) pela professora-pesquisadora. As ações planejadas visam assegurar o bem-estar do estudante, prevendo interrupções, adaptações e manejo de situações de ansiedade ou desregulação emocional. Espera-se que o uso da CAA contribua para ampliar as possibilidades de comunicação do participante, apoiar o desenvolvimento de habilidades linguísticas, reduzir barreiras de aprendizagem e promover maior autonomia e interação social. Os resultados previstos incluem a construção de um guia didático aplicável em outros contextos escolares, fortalecendo práticas inclusivas e oferecendo subsídios para professores que atuam com estudantes com TEA. A CAA, ao valorizar múltiplas formas de expressão, representa um recurso fundamental para a promoção da aprendizagem e da inclusão, alinhando-se às diretrizes da BNCC e às legislações vigentes sobre educação inclusiva. A pesquisa evidencia que é possível promover a comunicação e a aprendizagem por meio de recursos de baixo custo, desmistificando a ideia de que a CAA depende de tecnologias caras ou sofisticadas. Embora existam sistemas de alta tecnologia, com softwares e dispositivos avançados, a CAA de baixa tecnologia pode ser igualmente eficaz, desde que planejada de acordo com as necessidades do discente. O mais importante não é o valor do recurso, mas a intencionalidade pedagógica e o comprometimento da equipe educativa e da família em proporcionar oportunidades reais de comunicação. Utilizada com sensibilidade e propósito, a CAA transforma o silêncio em voz, a limitação em potencial e o desafio em conquista, reafirmando seu papel essencial na inclusão escolar e na construção de aprendizagem significativa.
Membros da Banca:
Presidente - KILWANGY KYA KAPITANGO A SAMBA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Data: 02/12/2025 Hora: 14:00
Local: Via Google Meet
Título: EXPRESSÕES DO COTIDIANO ESCOLAR: O TRABALHO DESEMPENHADO POR AUXILIARES DE ALUNOS COM AUTISMO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE MUNICIPAL DE SINOP- MT
Palavras-chave: Educação Inclusiva. Transtorno do Espectro Autista. Auxiliar educacional. Escola pública.
Páginas: 75
Resumo: A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (Profei) da Universidade do Estado de Mato Grosso “Carlos Alberto Reyes Maldonado” (UNEMAT) e está inserida na Linha de Pesquisa Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O estudo teve como objetivo analisar a atuação de auxiliares educacionais no processo de inclusão e aprendizagem de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em uma escola pública da rede municipal de Sinop-MT, investigando suas práticas, a percepção dos professores sobre seu papel e o uso dos relatórios do Atendimento Educacional Especializado (AEE) no planejamento pedagógico. A pesquisa adotou abordagem qualitativa, utilizando análise documental do Projeto Político-Pedagógico (PPP) e dos planos de ensino, observação participante em salas de aula e análise dos relatórios do AEE. Os resultados apontam que as auxiliares participantes da pesquisa exercem papel relevante na mediação das interações sociais, na adaptação de atividades e no estímulo à autonomia de alunos com TEA. Contudo, foram evidenciadas fragilidades relacionadas à definição clara de suas atribuições, à ausência de formação continuada e à limitada articulação com os professores regentes, muitos dos quais resistem ao planejamento diferenciado e não utilizam os relatórios do AEE como subsídio pedagógico. Conclui-se que a atuação dos auxiliares é essencial para a efetivação da Educação Inclusiva, mas sua potencialidade depende de políticas públicas que assegurem melhores condições de trabalho, oportunidades de formação permanente e integração entre os diferentes atores pedagógicos. Este estudo contribui ao dar visibilidade a esses profissionais, e recomenda o desenvolvimento de pesquisas em outros contextos escolares, de modo a ampliar o debate sobre o papel dos auxiliares educacionais na Educação Inclusiva no Brasil.
Membros da Banca:
Presidente - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - THIELIDE VERONICA DA SILVA PAVANELLI TROIAN - UNEMAT
Data: 02/12/2025 Hora: 09:00
Local: meet.google.com/oqo-dbsg-rkr Qualificação Edith Terça-feira, 2 de dezembro · 09:00 10:00
Título: PEDAGOGIA VISUAL NO ENSINO MÉDIO: PRÁTICAS INCLUSIVAS NA EDUCAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS
Palavras-chave: PRÁTICAS INCLUSIVAS; PEDAGOGIA VISUAL; ENSINO MÉDIO; ESTUDANTES SURDOS
Páginas: 73
Resumo: Esta pesquisa de mestrado, vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI), teve como objetivo geral analisar as diversas possibilidades que podem auxiliar o/a professor/a para que se desempenhe na sua prática pedagógica um ensino inclusivo, dentro do contexto escolar bilingue pelos recursos visuais de contextualização de sinais, como estratégia na promoção do acesso à construção da aprendizagem do aluno surdo na escola básica.Os objetivos específicos são: Verificar quais têm sido os principais desafios encontrados por professores para o ensino de estudantes surdos em uma escola pública estadual no interior do estado de Mato Grosso; Identificar quais as estratégias de ensino adotadas pelos docentes e pelas unidades escolares para atender os estudantes surdos identificando, assim, qual a concepção de educação inclusiva tem sido praticada; Investigar as possibildades de práticas pedagógicas de professores de ensino médio para um ensino inclusivo voltado à aprendizagem de aluno; Desenvolver um E-book Ilustrado com Sugestões de Sequência Didática para a sensibilização do corpo docente acerca das estratégias e as diversas formas/maneiras de como os professores desempenharem a sua prática pedagógica dentro do contexto escolar bilingue e visual na perspectiva da Educação Inclusiva viabilizando acesso à construção da aprendizagem do aluno surdo na sala de aula.A metodologia utilizada nesta pesquisa, quanto à forma de estudo, foi classificada como exploratória-descritiva, envolvendo a abordagem quali-quantitativa, com observações participantes e aplicação de questionários utilizados na coleta de dados quantitativos sobre as práticas atuais e a percepção dos professores com relação a pedagogia visual, práticas inclusivas e os desafios encontrados no cotidiano escolar na realização do fazer pedagógico.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Interno - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Data: 25/11/2025 Hora: 14:00
Local: https://meet.google.com/zpx-strx-yii?hs=122&authuser=0
Título: PROTOCOLOS DE ATENDIMENTO PARA ESTUDANTES COM AUTISMO DA REDE MUNICIPAL DE JUARA/MT: ORIENTAÇÕES DE PAIS E PROFESSORES
Palavras-chave: Autismo. Educação básica. Protocolos de atendimento
Páginas: 131
Resumo: O objetivo geral da pesquisa foi realizar um estudo sobre os protocolos iniciais adequados para professores e pais que garantam a inclusão dos alunos com autismo nas escolas municipais. Pretende-se realizar um estudo sobre os protocolos iniciais, de acordo com o ponto de vista dos pais e dos professores, seriam adequados a realidade da escola envolvida na pesquisa e dos seus filhos garantindo assim a inclusão dos mesmos nas escolas municipais de Juara. Pretendemos identificar quais tem sido as estratégias adotadas pelas unidades escolares na perspectiva das orientações para atender aos estudantes público-alvo da educação especial matriculados na rede básica de ensino do município de Juara – MT; identificar quais os desafios encontrados pelos professores e pela gestão escolar para garantir o atendimento inclusivo nas práticas educativas para os estudantes com TEA; verificar quais os principais desafios e dificuldades encontradas pelos professores nas práticas pedagógicas de sala de aula com os estudantes com TEA; averiguar a percepção e concepção dos professores sobre práticas inclusivas com alunos com deficiências e, especialmente com TEA na educação básica e por último, desenvolver um modelo de Protocolo para Atendimento Inicial para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista – PAIPTEA, como produto educacional para auxiliar os professores acerca do atendimento de estudantes com TEA na rede básica do município de Juara -MT. Neste sentido, o Protocolo de Atendimento Inicial à Pessoa com TEA – PAIPTEA pode ser compreendido como um documento que venha a estabelecer diretrizes e orientações para os docentes para melhorar e mediar o acompanhamento dos alunos com TEA. A abordagem metodológica é qualitativa se concentra em um universo de significados, motivos e crenças, o que foi fundamental para captar as vivências e os desafios de professores, gestores e pais. Para coletar os dados faremos entrevista semiestruturada e envolve pais, professores e gestores. As falas foram gravadas com o consentimento dos participantes, transcritas na íntegra.
Membros da Banca:
Presidente - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Interno - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - TANIA PAULA DA SILVA - UNEMAT
Data: 25/11/2025 Hora: 14:00
Local: https://meet.google.com/zpx-strx-yii?hs=122&authuser=0
Título: ERVICE PROTOCOLS FOR STUDENTS WITH AUTISM IN THE JUARA/MT MUNICIPAL SCHOOL NETWORK: GUIDANCE FOR PARENTS AND TEACHERS
Palavras-chave: Autism. Basic education. Service protocols.
Páginas: 131
Resumo: O objetivo geral da pesquisa foi realizar um estudo sobre os protocolos iniciais adequados para professores e pais que garantam a inclusão dos alunos com autismo nas escolas municipais. Pretende-se realizar um estudo sobre os protocolos iniciais, de acordo com o ponto de vista dos pais e dos professores, seriam adequados a realidade da escola envolvida na pesquisa e dos seus filhos garantindo assim a inclusão dos mesmos nas escolas municipais de Juara. Pretendemos identificar quais tem sido as estratégias adotadas pelas unidades escolares na perspectiva das orientações para atender aos estudantes público-alvo da educação especial matriculados na rede básica de ensino do município de Juara – MT; identificar quais os desafios encontrados pelos professores e pela gestão escolar para garantir o atendimento inclusivo nas práticas educativas para os estudantes com TEA; verificar quais os principais desafios e dificuldades encontradas pelos professores nas práticas pedagógicas de sala de aula com os estudantes com TEA; averiguar a percepção e concepção dos professores sobre práticas inclusivas com alunos com deficiências e, especialmente com TEA na educação básica e por último, desenvolver um modelo de Protocolo para Atendimento Inicial para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista – PAIPTEA, como produto educacional para auxiliar os professores acerca do atendimento de estudantes com TEA na rede básica do município de Juara -MT. Neste sentido, o Protocolo de Atendimento Inicial à Pessoa com TEA – PAIPTEA pode ser compreendido como um documento que venha a estabelecer diretrizes e orientações para os docentes para melhorar e mediar o acompanhamento dos alunos com TEA. A abordagem metodológica é qualitativa se concentra em um universo de significados, motivos e crenças, o que foi fundamental para captar as vivências e os desafios de professores, gestores e pais. Para coletar os dados faremos entrevista semiestruturada e envolve pais, professores e gestores. As falas foram gravadas com o consentimento dos participantes, transcritas na íntegra. Palavras chave: Autismo. Educação básica. Protocolos de atendimento
Membros da Banca:
Presidente - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Interno - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - TANIA PAULA DA SILVA - UNEMAT
Data: 03/11/2025 Hora: 09:00
Local: via Google Meet
Título: A EQUIVALÊNCIA DE ESTÍMULOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)
Palavras-chave: TEA; Equivalência de Estímulos; Alfabetização.
Páginas: 101
Resumo: A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva - PROFEI da Universidade Estadual de Mato Grosso - UNEMAT e está inserida na Linha de Pesquisa Educação Especial e Inclusiva. Considerando a necessidade de compreender as particularidades do TEA e de desenvolver metodologias adaptadas que considerem a individualidade do estudante com TEA, a presente pesquisa buscou responder a seguinte questão “como a Equivalência de Estímulos pode contribuir para a alfabetização de estudantes com TEA?”. O objetivo foi investigar as contribuições da Equivalência de Estímulos para a alfabetização de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para isso, utilizou-se como metodologia a pesquisa-ação como técnica investigativa e a abordagem qualitativa para condução da pesquisa. Trata-se de uma pesquisa de natureza exploratória, pois aborda um tema pouco investigado no Brasil, principalmente relacionado à educação e à aplicação da Equivalência de Estímulos no processo de alfabetização de estudantes com TEA. O estudo desenvolvido pela autora inicialmente envolveu três estudantes com TEA, no entanto, apenas dois dos participantes se mantiveram presentes até o final da pesquisa. Os participantes do estudo tinham entre 5 e 6 anos de idade, eram matriculados na rede municipal de ensino e frequentadores da sala de atendimento educacional especializado, no qual eram atendidos pela pesquisadora vigente no contraturno escolar. Como recurso educacional foi elaborado uma trilha de alfabetização com procedimento de um programa de ensino de leitura e escrita de palavras baseado na teoria da Equivalência de Estímulos. Os resultados demonstraram que o programa de ensino baseado no paradigma da Equivalência de Estímulos contribuiu para a aprendizagem de leitura e escrita de palavras substantivadas de estudantes com TEA, sendo necessárias poucas sessões de ensino.
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Data: 29/09/2025 Hora: 16:00
Local: SALA VIRTURAL :meet.google.com/abb-fdca-wgw
Título: EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM SORRISO/MT: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Palavras-chave: Educação Inclusiva; formação de educadores; desafios
Páginas: 121
Resumo: Esta pesquisa de mestrado, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (PROFEI) da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Unidade de Sinop, insere-se na linha de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O objetivo geral foi investigar a formação de professores para a educação inclusiva, com ênfase nas políticas educacionais que orientam a escolarização de estudantes com necessidades diversas. Desenvolvida em parceria com o Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação (CEMFOR), a investigação buscou identificar as necessidades formativas dos docentes e analisar estratégias pedagógicas que favoreçam práticas inclusivas. A pesquisa adotou abordagem qualitativa, utilizando questionários, entrevistas e produção de podcasts como instrumentos de coleta de dados. Os objetivos específicos incluíram mapear desafios enfrentados pelos professores, analisar práticas pedagógicas já consolidadas e propor estratégias de organização didático-pedagógica em salas comuns. Todos os participantes foram convidados voluntariamente, resguardados pelo sigilo e pela liberdade de interromper sua participação a qualquer momento. Os resultados apontam que a inclusão não se restringe ao acesso escolar, mas exige permanência com qualidade, respeito à diversidade e aprendizagem significativa (Meletti, 2008; Freire, 2005). Evidencia-se que a formação continuada ocupa papel central nesse processo (Carvalho, 1997; Mantoan, 2006), exigindo apoio institucional, políticas públicas consistentes e práticas colaborativas (Vygotsky, 1998; Moran, 2012). O estudo destaca ainda a relevância do CEMFOR como espaço de mediação entre teoria e prática (Siluk & Pavão, 2014; Castro & Perdigão, 2019). Conclui-se que a educação inclusiva é um processo contínuo (Carvalho, 1997), que requer políticas efetivas e investimento docente (Marques, 2024), a fim de consolidar uma escola plural, democrática e capaz de garantir o direito à aprendizagem de todos (Mantoan, 2003; Sartoretto, 2011).
Membros da Banca:
Presidente - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - SANDRA PEREIRA DE CARVALHO - UNEMAT
Data: 19/09/2025 Hora: 14:00
Local: Síncrono - Sistema - Universidade do Estado de Mato Grosso
Título: A PRÁXIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ESTUDANTES SURDOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO – CAMPUS DE SINOP
Palavras-chave: Práxis, Formação Inicial, Acadêmicos Surdos, Ensino Superior, Pedagogia.
Páginas: 106
Resumo: Este texto dissertativo, apresenta uma pesquisa sobre a realidade vivenciada por acadêmicos surdos, professores e tradutores intérpretes de Libras e Língua Portuguesa, do Curso de Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop. Na oportunidade, o objeto de pesquisa indaga sobre a práxis educativa constituída e produzida no processo de formação inicial de estudantes surdos do Curso de Pedagogia, da Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop. A pesquisa tem como objetivo principal analisar as políticas públicas e suas correlações com a práxis educativa inclusiva de estudantes surdos no processo de formação de professores. A metodologia da pesquisa teve como base a abordagem qualitativa. Utilizamos como instrumento de coleta de dados um roteiro para as entrevistas semiestruturadas. Para a realização do estudo tivemos o embasamento teórico autores tais como: Freire (1987), Goldfeld (2002); Strobel (2009); Quadros (2011); Santos e Lacerda (2024), dentre outros. Como Produto Educacional, foi elaborado um Guia Orientativo construído a partir das necessidades evidenciadas, de professores, tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa, acadêmicos surdos, durante a coleta de dados para a pesquisa, e com isso proporcionar benefícios a estudantes e profissionais do Ensino Superior da universidade pública pesquisada, enfim para toda a comunidade acadêmica que atendam acadêmicos surdos. Em suma, como resultados podemos indagar que a pesquisa nos possibilitou conhecer a realidade vivenciada a partir da práxis na formação inicial de acadêmicos surdos do Curso de Pedagogia, onde mesmo com as políticas públicas de acesso, inclusão e permanência, ainda assim são encontradas dificuldades no espaço de formação inicial de professores. Logo, necessárias ações que estimulem a criação de núcleos de apoio à acadêmicos e os profissionais envolvidos no processo educacional das pessoas surdas. Desta forma, todos serão beneficiados e, certamente, sanadas muitas dificuldades como as apresentadas nesta pesquisa.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - JOSE LUIZ MULLER - UNEMAT
Data: 27/08/2025 Hora: 19:00
Local: Presencial sala P4 - UNEMAT - Campus Imperial 19:00 horas
Título: REALIDADE AUMENTADA NO ENSINO DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS PARA ALUNOS COM TDAH
Palavras-chave: Inclusão; TDAH; Geometria; Realidade Aumentada; Educação Matemática.
Páginas: 107
Resumo: Este estudo teve como objetivo investigar a utilização da Realidade Aumentada (RA) como recurso pedagógico no ensino de sólidos geométricos para estudantes com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), promovendo a inclusão educacional e favorecendo a aprendizagem de conteúdos matemáticos abstratos, sólidos geométricos. Por meio de uma abordagem qualitativa e experimental, foi desenvolvida e aplicada uma sequência didática com o uso do aplicativo “Sólidos RA” em uma turma do 5º ano do ensino fundamental.na Escola Municipal de Educação básica Professor Jurandir Liberino de Mesquita, localizada em Sinop/MT. A proposta buscou potencializar a visualização e a manipulação tridimensional de figuras geométricas, explorando a interatividade como estratégia de engajamento. Os resultados evidenciaram que a RA contribuiu de forma significativa para o aumento da motivação, da atenção e da compreensão espacial dos alunos com TDAH, ao oferecer estímulos visuais e sensoriais compatíveis com suas necessidades cognitivas. O estudo também realizou uma análise do contexto legislativo da educação inclusiva no Brasil e uma revisão da literatura sobre TDAH, ensino de matemática e o uso de tecnologias digitais na prática pedagógica, destacando a importância de metodologias inovadoras na promoção de uma educação verdadeiramente inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - SIMONE SIMIONATO DOS SANTOS -
Data: 27/08/2025 Hora: 14:00
Local: Online via link:meet.google.com/wqd-svcf-wms
Título: O USO DAS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA O ENSINO DE LEITURA E ESCRITA DE PESSOAS COM DIFICULDADE VISUAL
Palavras-chave: Inclusão. Docência. Acessibilidade. Ensino. Deficiência visual.
Páginas: 134
Resumo: O presente estudo analisou o uso de tecnologias assistivas no processo de ensino da leitura e da escrita de estudantes com deficiência visual, com foco nas práticas pedagógicas de professores da rede pública municipal de Sinop/MT. O estudo teve como objetivo principal examinar a mediação pedagógica das tecnologias assistivas no contexto escolar, a fim de compreender como esses recursos contribuíram para a efetivação da inclusão educacional. A investigação foi desenvolvida por meio de pesquisa de natureza qualitativa, com abordagem aplicada, estruturada em estudo de caso com características de pesquisa-ação. A metodologia contemplou pesquisa bibliográfica, com base em autores como Gasparetto (2012), Franco (2005), Couto, Martins e Amato (2024), entre outros, além da análise documental e da aplicação de questionário eletrônico a docentes do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e da sala de aula regular. Os dados foram sistematizados e interpretados com base na análise de conteúdo de Bardin (2011), permitindo identificar percepções, dificuldades e potencialidades relacionadas ao uso das tecnologias assistivas. Como desdobramento, foi desenvolvido um produto educacional voltado à formação docente, composto por oficinas práticas e apostila digital, com vistas a instrumentalizar os professores quanto ao uso pedagógico de recursos como o sistema Braille, softwares leitores de tela e materiais ampliados. Constatou-se que a inclusão de estudantes com deficiência visual exige a articulação entre políticas públicas, formação continuada e recursos acessíveis, sendo o compromisso docente elemento fundamental para o êxito das práticas inclusivas.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 22/08/2025 Hora: 14:00
Local: Meet Google - meet.google.com/syy-vcdo-chv
Título: OS DESAFIOS DA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Palavras-chave: alfabetização; educação inclusiva; instrumento de registro; Transtorno do Espectro Autista.
Páginas: 130
Resumo: A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva – PROFE,I da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, inserida na Linha de Pesquisa I: Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Intitulada “Os desafios da alfabetização de crianças com o Transtorno do Espectro Autista”, a investigação tem como foco a alfabetização de crianças com Transtorno do Espectro Autista nos anos iniciais do ensino fundamental e procura destacar a necessidade de estudos direcionados aos desafios enfrentados em salas de aula comuns, geralmente compostas por um número expressivo de alunos. Nesse contexto, justifica-se, sobretudo, pela falta de conhecimento dos professores sobre as práticas adequadas para atender aos alunos com TEA, que constituem o público-alvo deste estudo, o qual é conhecer as práticas pedagógicas desenvolvidas no ambiente escolar no processo de alfabetização de alunos com TEA, bem como identificar como é feito o registro e acompanhamento desses estudantes. Alinhados a esse propósito, são objetivos específicos desta pesquisa: refletir e conhecer os principais aspectos da alfabetização de aluno com TEA; descrever os espaços de alfabetização da escola investigada; e propor um instrumento pedagógico que contemple campos para o registro e acompanhamento das habilidades emocionais, sociais e cognitivas desenvolvidas e em desenvolvimento pelo aluno. Quanto aos aspectos metodológicos, a pesquisa se orienta por uma abordagem qualitativa, de natureza aplicada, com objetivos exploratórios. Quanto aos procedimentos, foram utilizadas tanto a pesquisa bibliografia quanto a pesquisa de campo. Para produção de dados, recorreu-se à observação em ambientes escolares, além da aplicação de entrevista/questionário, no formato online, a professores e coordenadores da escola participante o estudo. A pesquisa foi devidamente aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa, conforme parecer Nº 7.076.601, atendendo aos requisitos estabelecidos para estudos com seres humanos. Os resultados obtidos revelam uma lacuna significativa na formação dos professores da sala comum no que se refere ao trabalho com alunos com TEA. Muitas vezes, os docentes não sabem quais estratégias utilizar no processo de alfabetização desses alunos, o que aponta para a falta de conhecimento quanto ao Transtorno. Os dados da pesquisa indicam que, para a alfabetização de crianças com TEA ser bem-sucedida, é necessário o esforço conjunto de todos os envolvidos no processo educativo. Nesse sentido, o Plano de Ensino Individualizado (PEI) é identificado como uma estratégia importante para a adaptação do ensino na sala de aula comum, favorecendo o processo de alfabetização. No entanto, os registros de aprendizagem são pouco padronizados e não priorizam as especificidades dos alunos com TEA. Assim, considerando a proposta do Mestrado Profissional, um Recurso Educacional foi elaborado a partir dos dados coletados e da revisão da literatura, resultando no Instrumento de Registro de Aprendizagem de alunos com TEA, cujo objetivo é registrar as especificidades do aluno TEA no processo de alfabetização e acompanhar o seu nível de desenvolvimento nas habilidades de língua portuguesa. Este instrumento se apresenta como uma ferramenta valiosa, fornecendo uma base sólida para os professores oferecerem uma educação inclusiva, respeitando as particularidades de cada aluno com TEA e favorecendo seu desenvolvimento de forma plena e humanizada.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - KARLA DANIELE DE SÁ MACIEL LUZ - UNIVASF
Data: 13/08/2025 Hora: 14:00
Local: Qualificação Carla Fernanda https://meet.google.com/umx-eyig-bfy?authuser=0
Título: FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA DE PROFESSORES NA PERSPECTIVA DO DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM
Palavras-chave: Educação Inclusiva, Formação Continuada, Desenho Universal para a Aprendizagem.
Páginas: 81
Resumo: Esta pesquisa de mestrado, vinculada ao Programa de Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI), teve como objetivo geral investigar os efeitos de uma formação continuada colaborativa sobre o Desenho Universal para a Aprendizagem, com professores da rede municipal de Vila Bela da Santíssima Trindade – MT, por meio de um trabalho fundamentado na metodologia da pesquisa-ação. A proposta surgiu da necessidade de fomentar práticas pedagógicas inclusivas, capazes de responder à diversidade presente nas salas de aula da escola comum. Foi realizada uma abordagem qualitativa e se desenvolveu por meio de uma pesquisa-ação, em que a pesquisadora, também professora da escola investigada, atuou como mediadora na formação dos colegas. As ações formativas ocorreram em encontros planejados com base nos três princípios do DUA: múltiplos meios de engajamento, de representação e de ação e expressão. Esses encontros foram compostos por momentos teóricos e práticos, que estimularam o debate, a troca de experiências e a criação coletiva de estratégias pedagógicas. Na fundamentação teórica da pesquisa ocorreu um diálogo com autores como Ana Paula Zerbato, Eniceia Mendes e Silvio Gallo. A partir da perspectiva da Educação Menor, defendida por Gallo, reconhece-se os saberes produzidos no cotidiano escolar e valoriza-se o protagonismo dos sujeitos envolvidos na prática educativa. Já as contribuições de Zerbato e Mendes reforçam a importância da formação docente voltada para a compreensão das diferenças e da acessibilidade como princípio pedagógico. Os resultados indicam que a formação continuada colaborativa, fundamentada no DUA, contribuiu significativamente para a ressignificação das práticas pedagógicas dos professores participantes. Houve ampliação da compreensão acerca da diversidade e maior abertura para o uso de estratégias pedagógicas mais inclusivas e acessíveis. Conclui-se que ações formativas dessa natureza podem contribuir para uma cultura escolar inclusiva, baseada na escuta, no diálogo e na valorização das experiências que emergem no cotidiano da escola.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Interno - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - MARITZA MACIEL CASTRILLON MALDONADO - UNEMAT
Data: 03/07/2025 Hora: 14:00
Local: Via Google Meet
Título: ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA E AS HABILIDADES MATEMÁTICAS: REFLEXÕES SOBRE A TRANSIÇÃO DOS ANOS INICIAIS PARA OS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Palavras-chave: Autismo, Habilidades matemáticas, Transição Escolar, Educação Inclusiva, Ensino Fundamental.
Páginas: 134
Resumo: Esta dissertação foi desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (PROFEI) da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Unidade de Sinop, vinculada à linha de pesquisa Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O estudo teve como objetivo compreender as habilidades matemáticas desenvolvidas e em desenvolvimento por estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Escola Estadual Nivaldo Fracarolli, em Juara-MT, especialmente durante a transição do 5º para o 6º ano do Ensino Fundamental. Para tanto, foram definidos objetivos específicos como: mapear a produção científica sobre a temática; analisar o processo de transição escolar; identificar as habilidades matemáticas nesse período; e desenvolver um Recurso Educacional (RE) adaptado o MATEMATEA com vistas à alfabetização matemática inclusiva. A pesquisa adota uma abordagem metodológica mista, integrando análise bibliométrica da base Scopus (via Biblioshiny) e investigação de campo com aplicação de questionários a professoras atuantes na escola estudada. Os dados evidenciam desafios significativos enfrentados por estudantes autistas na transição escolar, como a descontinuidade no apoio pedagógico e a falta de comunicação entre docentes. A análise bibliométrica revelou crescimento da produção científica sobre o tema, mas também apontou lacunas teóricas no que diz respeito à transição escolar e às habilidades matemáticas específicas. O RE desenvolvido visa proporcionar práticas pedagógicas mais acessíveis, utilizando materiais lúdicos e estratégias adaptadas às necessidades dos estudantes com TEA.
Membros da Banca:
Presidente - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - POLYANNA POSSANI DA COSTA PETRY - UNEMAT
Data: 30/06/2025 Hora: 09:00
Local: via Google Meet (fechado aos avaliadores)
Título: PROJETO DE VIDA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA ANÁLISE A PARTIR DAS PERSPECTIVAS DOS ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA DE UMA ESCOLA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE TABAPORÃ/MT
Palavras-chave: Inclusão. Projeto de Vida. Novo Ensino Médio.
Páginas: 89
Resumo: Esta dissertação, intitulada “Projeto de Vida na Educação Especial: uma análise a partir das perspectivas dos estudantes com deficiência em uma escola pública do município de Tabaporã/MT”, tem como objetivo compreender como estudantes com deficiência constroem seus Projetos de Vida no contexto escolar e de que maneira a escola contribui nesse processo. A pesquisa parte de uma abordagem qualitativa, de caráter documental e empírico, utilizando como instrumentos entrevistas semiestruturadas com quatro estudantes com deficiência e seus responsáveis, além da análise de documentos como a Base Nacional Comum Curricular(BNCC), o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola e legislações voltadas à educação inclusiva. Os resultados evidenciam que, embora os estudantes tenham sonhos e aspirações, como trabalhar e cursar o ensino superior, esses projetos são frequentemente atravessados por barreiras sociais, pedagógicas e estruturais. A ausência ou a fragilidade na implementação do componente curricular Projeto de Vida na escola, aliada a práticas pedagógicas ainda excludentes e capacitistas, comprometem o desenvolvimento da autonomia dos alunos. Além disso, percebe-se que o cuidado e o planejamento do futuro desses jovens recaem majoritariamente sobre as famílias, especialmente mães e avós, revelando a necessidade de uma atuação mais efetiva da escola como parceira nesse processo. O trabalho conclui que a promoção da autonomia e do protagonismo dos estudantes com deficiência depende não apenas da existência de legislações inclusivas, mas da efetivação de práticas pedagógicas que considerem suas singularidades, fomentem seus Projetos de Vida e rompam com a lógica assistencialista ainda presente no ambiente escolar
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - NATALIA CRISTINA DE OLIVEIRA - UFMS
Data: 25/06/2025 Hora: 19:00
Local: https://meet.google.com/jty-toqf-kua
Título: AS CONCEPÇÕES E UTILIZAÇÕES DOS APLICATIVOS MÓVEIS PARA A ALFABETIZAÇÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA(TEA)
Palavras-chave: Tecnologia Assistiva; Inclusão Escolar; Crianças.
Páginas: 100
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo analisar as concepções dos professores que lecionam para os anos iniciais do ensino fundamental quanto aos aplicativos móveis para a alfabetização. A Tecnologia Assistiva (TA) é uma área do conhecimento que busca promover a inclusão e a acessibilidade de pessoas com deficiência, utilizando recursos e dispositivos para ampliar ou melhorar suas capacidades, sejam elas motoras, cognitivas ou sensoriais. No campo educacional, a TA tem se mostrado um recurso valioso, principalmente para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), dislexia, ou outras condições que afetam a aprendizagem. O estudo apresenta como questão problema: Como os professores do Centro Municipal de Ensino Fausto Eugênio Masson que lecionam para a etapa inicial do ensino fundamental I percebem e utilizam os aplicativos móveis para a alfabetização de alunos com Transtorno Espectro Autista?A metodologia adotada foi a pesquisa qualitativa descritiva. Os sujeitos da pesquisa foram 8 professores, sendo 7 da sala comum de ensino e 1 da sala de Recursos Multifuncionais. Os instrumentos de coleta foram: entrevista semiestruturada e a análise dos dados se deu por meio dos eixos temáticos. Os principais resultados apontaram que ainda que os professores identifiquem a importância de ressignificar suas práticas pedagógicas para atender à diversidade de inteligências, há falta de recursos e apoio institucional o que dificulta a implementação efetiva dessas práticas. O produto educacional apresentado se deu por meio de um guia didático que apresenta e orienta como utilizar os aplicativos móveis gratuitos disponibilizados pelo Google play para favorecer a alfabetização de crianças com Transtorno do Espectro Autista que frequentam a etapa inicial do ensino fundamental. Diante do exposto, concluímos que o questionamento das práticas pedagógicas deve ser contínuo na rotina dos educadores que se dedicam à alfabetização de alunos com TEA.
Membros da Banca:
Presidente - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 17/04/2025 Hora: 10:00
Local: Online pelo Google Meet
Título: ESTUDO SOBRE O ESPAÇO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR DE ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM ESCOLAS ESTADUAIS DO MATO GROSSO
Palavras-chave: Planejamento Escolar. Educação Inclusiva. Ensino Fundamental.
Páginas: 89
Resumo: O papel do planejamento na educação inclusiva é vital para garantir que todos os alunos tenham acesso a oportunidades educacionais equitativas. Uma sequência de ações bem estruturada e implementado permite que as escolas ofereçam um ambiente de aprendizado que respeite e valorize a diversidade, promova o desenvolvimento integral de cada estudante, garanta adaptações, adequações e flexibilizações necessárias ao desenvolvimento do estudante. Nesse sentido, o objetivo do presente estudo foi compreender como o planejamento de ensino voltado ao atendimento de estudantes com deficiência está definido e proposto pelos orientativos, resoluções, diretrizes e demais documentos pertinentes à rede estadual de ensino cuja mantenedora é a SEDUC/MT e também a BNCC. Os procedimentos metodológicos para o desenvolvimento da pesquisa se deram através de revisão bibliográfica e análise documental como: cadernos pedagógicos de 2022 a2024, Resolução nº 010/2023, normativas, DRC/MT, Roteiro de Aprendizagem e Plano Educacional Individualizado (PEI) proposto pela Secretaria de Estado de Educação – SEDUC/MT e também a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que é o documento nacional que norteia a educação básica. Com a pesquisa, foi possível compreender que a luta pela educação especial, na rede regular de ensino, é um movimento contínuo e essencial para garantir que todos os alunos, independentemente de suas necessidades, tenham acesso a uma educação de qualidade e inclusiva. É possível compreender que todos os documentos analisados se articulam entre si, tendo como protagonista o estudante, seja ele com alguma deficiência ou não. Porém, não se observa como esse planejamento deve acontecer. Nesse sentido, a qualidade, a equidade do ensino e a inclusão de fato, não estão acontecendo. O currículo e o conhecimento escolar, na contemporaneidade, continuam sendo desafios para o professor que atua com os sujeitos com deficiência no contexto de sua sala de aula. Não se trata de um documento padrão para o ensino, mas de algo que proporcione contribuição no momento do planejar, com base no que se propõem os documentos norteadores do estado de Mato e da BNCC. Diante destas constatações, um produto educacional é uma ação para a melhoria, pois pode fornecer roteiros de planejamento, materiais de apoio e sugestões metodológicas para auxiliar os professores na melhoria do ensino da língua portuguesa para o 6º ano. Como parte do resultado deste estudo, propõe-se um produto educacional, um Plano de Ensino do componente curricular de Língua Portuguesa do 6º Ano do Ensino Fundamental, com a intenção de contribuir com a prática para o planejamento do professor regente, com novas práticas educativas e na melhoria do processo de inclusão de alunos com deficiência intelectual.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - GRACIELE MARJANA KRAEMER - UFRGS
Data: 26/03/2025 Hora: 08:00
Local: meet.google.com/xyi-befh-rtz
Título: PROTOCOLOS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DESAFIOS E APLICABILIDADE NA REDE PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA
Palavras-chave: Protocolos de atendimento educacional especializado; Inclusão Escolar; inclusão; prática pedagógica.
Páginas: 91
Resumo: RESUMO O Atendimento Educacional Especializado, em escolas inclusivas pode se constituir num potente elo entre os docentes, as famílias, a escola e o aluno, a partir de um exercício de colaboração, humanização, no sentido de assegurar direitos e desenvolver estratégias diversificadas para promover o desenvolvimento dos estudantes no Atendimento Educacional Especializado - AEE. Sendo assim, o objeto de estudo dessa pesquisa se centra na discussão e compreensão dos desafios do profissional do AEE em construir e aplicar protocolos relacionados ao atendimento individualizado, bem como a organização didático-pedagógica para garantir o atendimento de qualidade a partir desses protocolos. Assim, a pesquisa “Protocolos do Atendimento Educacional Especializado: Desafios e aplicabilidade na Rede de Educação Básica”, busca ampliar a compreensão sobre os procedimentos e as estratégias para realizar o Atendimento Educacional Especializado. O presente estudo teve como objetivo investigar os protocolos e os desafios dos professores das salas de AEE considerando a aplicação desses protocolos no atendimento inclusivo para os estudantes públicos alvo da educação especial. A metodologia adotada na investigação foi guiada pelos pressupostos da pesquisa qualitativa, utilizando-se de técnicas de coleta de dados, que aconteceu por meio de entrevistas semiestruturadas, questionários e encontros formativos. A pesquisa foi realizada com os profissionais do atendimento educacional especializado, da rede pública no Município de Novo Gama Goiás. Para fundamentar o estudo optou pelos autores: Vygotsky (1997, 2011); Demo (1999, 2010); Mantoan (2003, 2017); Pasian, Mendes e Companhia (2014, 2017); Pavão e Pavão (2023); Staccioli (2013), Morán (2015, 2018); Bronfenbrenner (1996); Pletsch e Glat (2013), dentre outros. Como produto educacional foi ofertado o curso de XX de horas de formação continuada Protocolos e Ferramentas do AEE para professores do AEE. Os resultados indicam que os protocolos do AEE existem, e o uso ferramentas do AEE aliados às práticas formativas contribuem para enfrentar os desafios e alcançar a aprendizagem dos alunos.
Membros da Banca:
Presidente - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ISABELA AUGUSTA ANDRADE SOUZA - UNEMAT
Data: 25/03/2025 Hora: 14:00
Local: meet.google.com/ywt-yhip-vfq
Título: Trabalho Colaborativo em Classes Bilíngues Mediadas para estudantes surdos de anos finais do ensino fundamental do Distrito Federal
Palavras-chave: Ensino Fundamental; Estudantes surdos; Trabalho Colaborativo
Páginas: 80
Resumo: O presente trabalho é resultado de uma pesquisa realizada durante o PROFEI– Programa de Mestrado Profissional em Educação Inclusiva na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), no biênio de 2023 a 2024, na linha de pesquisa “Práticas e Processos Formativos de Educadores para Educação Inclusiva”. O estudo centrou-se na reflexão sobre o Trabalho Colaborativo no atendimento aos estudantes surdos dos anos finais do ensino fundamental, matriculados em classes bilíngues mediadas, em uma escola polo do Distrito Federal. O objetivo geral é desenvolver um guia orientador para os profissionais envolvidos no processo educacional desses estudantes, a fim de promover práticas colaborativas fundamentadas nos conceitos e princípios do Trabalho Colaborativo. Além disso, pretende-se fornecer subsídios e informações que possam nortear a prática pedagógica no processo de ensino-aprendizagem, contribuindo para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade. A pesquisa foi desenvolvida com base em uma abordagem metodológica de pesquisa-ação, caracterizada por seu viés participativo e voltada para a promoção de mudanças sociais no ambiente pesquisado, além de incentivar uma prática social reflexiva. Os resultados evidenciam as contribuições do trabalho colaborativo no contexto de uma escola polo para estudantes surdos dos anos finais do ensino fundamental. Os resultados evidenciam as contribuições do Trabalho Colaborativo no contexto de uma escola polo para estudantes surdos dos anos finais do ensino fundamental.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Interno - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - MARITZA MACIEL CASTRILLON MALDONADO - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - RENATA BARBOSA DIONYSIO - INES
Data: 19/03/2025 Hora: 08:00
Local: via Google Meet
Título: POLÍTICAS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NAS ESCOLAS DE TEMPO INTEGRAL: UMA ANÁLISE DAS PRÁTICAS DOS PROFESSORES DE CIÊNCIAS DA NATUREZA EM UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO DE TEMPO INTEGRAL EM RONDONÓPOLIS – MT
Palavras-chave: Palavras-chave:Inclusão, Educação Especial, Políticas Educacionais Inclusivas, Ensino Integral.
Páginas: 75
Resumo: A inclusão escolar é um tema de grande revelância no contexto educacional contemporâneo, especialmente nas escolas de ensino médio de tempo integral, onde os desafios e oportunidades se intensificam devido à extensão do período de permanência dos alunos na escola. A escola Estadual Pindorama, localizada em Rondonópolis – MT é a escola campo desta pesquisa. Ela foi escolhida por ser a escola onde a pesquisadora leciona e ser uma das escolas em tempo integral do município, dessa forma, ela representa um espaço significativo para investigar as políticas e práticas de educação inclusiva, dada a sua estrutura e o compromisso com a formação integral dos estudantes. A partir destas motivações de pesquisa, o objetivo geral é compreender como as Politícas públicas da Educação Inclusiva e as práticas dos professores da ciência da natureza são implementadas e vivenciadas no contexto da Escola Estadual Pindorama. Os objetivos específicos são (i) examinar os documentos normativos e o PPP da Escola Estadual Pindorama, (ii) analisar se a proposta pedagógica da Escola atende as especificidades dos educandos com necessidades educacionais especiais e (iii) identificar e analisar se as práticas -pedagógicas docentes atendem os alunos público-alvo da educação especial no campo da ciência da natureza. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, utilizando análise documental dos documentos normativos e do PPP da escola, entrevistas semiestruturadas com três professores da área de Ciências da Natureza e observação participante durante os momentos de planejamento coletivo. Como resultado deste estudo, foi elaborado um produto educacional com o objetivo de propor práticas pedagógicas que atendam às especificidades dos educandos com necessidades educacionais especiais, articulando-as ao Projeto Político-Pedagógico (PPP) da Escola Pindorama. Este estudo, portanto, oferecerá subsídios para pesquisadores e gestores educacionais interessados em consolidar um ensino mais inclusivo e democrático.
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - NATALIA CRISTINA DE OLIVEIRA - UFMS
Data: 13/02/2025 Hora: 16:00
Local: https://meet.google.com/tad-dbqm-gpv?hs=122&authuser=0
Título: FORMAÇÃO DOCENTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO EXPECTRO AUTISTA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE VILHENA-RO
Palavras-chave: Inclusão Escolar. Formação de Professores. Alunos com Autismo
Páginas: 150
Resumo: Essa pesquisa buscou analisar como as formações continuadas oferecidas aos professores da educação básica tem contribuído para a instrumentalização de suas práticas pedagógicas num contexto educacional inclusivo, bem como se os saberes adquiridos por meio dessas formações têm de fato colaborado com a aprendizagem dos alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Investigar-se-á quais as principais dificuldades ou desafios encontrados pelos professores em aplicar os saberes, técnicas e recursos aprendidos durante as formações continuadas num contexto de educação inclusiva, aos alunos com TEA, em sala de aula? As formações continuadas têm oferecido aos professores conhecimentos específicos para que possam lidar com as necessidades e especificidades desses alunos? A pesquisa teve abordagem qualitativa e contou com a realização de entrevistas semiestruturadas com professores da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental da rede pública de ensino de Vilhena-RO. Para subsidiar esse estudo optou-se pela leitura de autores como Nóvoa(1991), Garcia (1999), Gatti ( 2009) e Mantoan ( 2015), dentre outros. Como resultado propôs -se a realização de oficinas para professores voltadas para o trabalho com alunos com TEA e a construção de um guia prático que os auxilie na elaboração do Plano de Ensino Individualizado (PEI) para o trabalho com esses alunos em sala de aula
Membros da Banca:
Presidente - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - DEUSODETE RITA DA SILVA AIMI - UNIR
Bancas - 2024
Data: 23/12/2024 Hora: 14:00
Local: Síncrono - Sistema
Título: Libras entre a leitura de mundo e a alfabetização de alunos surdos: lugares pedagógicos de experiência e vivência
Palavras-chave: Palavras-chave: Libras; Alfabetização de Surdos; Leitura de Mundo; Formação de Professores; Educação Inclusiva.
Páginas: 80
Resumo: A presente dissertação aborda a importância da Língua Brasileira de Sinais (Libras) no processo de alfabetização de alunos surdos, destacando seu papel como mediadora na "leitura de mundo", conforme os pressupostos teóricos de Paulo Freire. O estudo tem como objetivo analisar como a Libras atua como "sentido consequente" na formação da consciência crítica dos estudantes surdos, promovendo sua inclusão e emancipação no contexto educacional. A pesquisa fundamenta-se em revisão bibliográfica e na realização de oficinas formativas com professores, visando à produção de materiais didático-pedagógicos que integrem a Libras como elemento central na prática docente. Foram aplicados questionários e entrevistas para identificar as dificuldades dos professores em relação ao uso da Libras e ao desenvolvimento de estratégias pedagógicas inclusivas. Os resultados evidenciam a necessidade de formação continuada dos educadores e de investimentos na criação de recursos didáticos adequados, que considerem as especificidades linguísticas e culturais da comunidade surda. Conclui-se que a integração da Libras no processo de alfabetização contribui significativamente para o desenvolvimento cognitivo e crítico dos alunos surdos, fortalecendo sua identidade e promovendo uma educação verdadeiramente inclusiva. Palavras-chave: Libras; Alfabetização de Surdos; Leitura de Mundo; Formação de Professores; Educação Inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - PAOLA CARDOSO PURIN - IFRS
Data: 17/12/2024 Hora: 19:00
Local: meet.google.com/ntw-fknp-kzx
Título: TECNOLOGIA ASSISTIVA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE ÁREA E PERÍMETRO PARA ALUNOS DO ESPECTRO AUTISTA NUMA ESCOLA ESTADUAL DE SINOP/MT
Palavras-chave: autismo, tecnologia assistiva, matemática, metodologia ativa, Atendimento Educacional Especializado
Páginas: 57
Resumo: As metamorfoses da educação são constantes, quando o tema é a inclusão escolar podemos dizer que há muito a ser feito. Pois, conforme a Constituição Brasileira, todos tem direito a educação. Sabemos que é um assunto que tem sido cada vez mais discutido e colocado em prática nas escolas brasileiras. Neste sentido, atualmente a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) é um documento normativo que estabelece os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes brasileiros. Neste processo de inclusão este documento é uma continuidade nas tentativas de que todos os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade, equitativa e inclusiva. No entanto, ainda há muitos desafios a serem superados para garantir que alunos com deficiência tenham acesso à educação de qualidade. Criadas com intuito de conquistas e avanços na educação inclusiva, as salas de recursos multifuncionais são espaços com recursos pedagógicos e tecnológicos que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem desses alunos. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo investigar que habilidades de matemática são reveladas pelos alunos com TEA que participam da sala de recursos, na primeira fase do terceiro ciclo do ensino fundamental antes e após a realização de atividades sequenciadas elaboradas com recursos digitais de Tecnologia Assistiva. Este projeto adotará uma abordagem metodológica, que permite uma investigação aprofundada e contextualizada de um fenômeno específico, utilizando um estudo de caso com características de pesquisa-ação. A pesquisa terá como base a abordagem qualitativa, destacando a importância da pesquisa, a interpretação dos dados, a coleta e a análise de forma indutiva e descritiva. Além disso, a pesquisa promoverá a participação ativa dos envolvidos, visando a promoção de mudanças e melhorias no contexto estudado. Pretende-se, por meio de uma análise crítica, identificar os avanços e desafios desse processo, assim como propor novas soluções para superar os desafios encontrados. Ao final deste trabalho, pretendemos elaborar um produto educacional tangível denominada trilha formativa: Explorando Dimensões: Uma Jornada Matemática pela Área e Perímetro. Essa trilha formativa será projetada para abordar especificamente o conteúdo de área e perímetro, visando oferecer uma abordagem inovadora e eficaz no ensino de matemática para alunos do espectro autista.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 13/12/2024 Hora: 14:30
Local: UNEMAT, unidade em Sinop, por link do meet.
Título: CONTINUING TEACHER TRAINING FROM THE INCLUSIVE PERSPECTIVE OF DEAF STUDENTS IN ELEMENTARY EDUCATION
Palavras-chave: Brazilian Sign Language. Inclusive Teaching. Curricular Adaptation. Equitable Education.
Páginas: 124
Resumo: Nos últimos anos, a educação inclusiva tem se tornado uma prioridade nas políticas educacionais brasileiras, destacando também a formação de professores para atender alunos com necessidades específicas, como os surdos. O desafio de garantir uma educação equitativa e inclusiva para esses alunos destaca o papel essencial dos professores, que precisam estar preparados para lidar com as especificidades do ensino de Libras e com a adaptação curricular necessária para o ensino. O presente estudo tem como objetivo analisar a formação dos professores para o ensino bilíngue e a adoção de práticas pedagógicas inclusivas, tendo em vista os desafios da inclusão escolar do aluno surdo no Ensino Fundamental II. Os objetivos específicos são: analisar as práticas inclusivas dos docentes, propor atividades de capacitação para professores do 9º ano e organizar um caderno orientativo com atividades inclusivas externas aos alunos surdos. A partir de uma abordagem qualitativa, a investigação foi realizada em uma escola estadual no município de Jauru/MT. Utilizamos a pesquisa participante, uma vez que a pesquisadora está inserida no ambiente pesquisado e realizou as intervenções pedagógicas. Os participantes da pesquisa-ação interventiva foram os professores do 9º ano, que atuam junto ao aluno surdo. A coleta de dados aconteceu por meio de entrevista e questionário semi-estruturados, e o trabalho de oficinas para formação dos professores em estudos da Libras, de forma básica, e conhecimentos sobre inclusão. Os dados obtidos revelam que, embora a inclusão tenha progredido em termos de políticas, muitos professores ainda enfrentam dificuldades em adaptar suas metodologias de ensino. Para o embasamento teórico, entre os autores utilizados, destacamos: Paulo Freire (1987, 1979, 1996), referência na educação brasileira, Quadros e Schmiedt (2006), Lacerda; Albres; Drago (2013), Lacerda, Santos e Caetano (2021), especialistas na educação de surdo, Saviani (2009), Gatti (2010) Lüdke (2012), sobre formação de professores no Brasil, além de legislações como a Lei da Libras, o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que regulamentam a educação bilíngue para surdos. As considerações da pesquisa evidenciam que as intervenções com práticas pedagógicas inclusivas colaboram para o processo do desenvolvimento de ensino com o aluno surdo. Os resultados apontam a necessidade de melhoria das políticas de formação continuada, com um foco maior na capacitação para o ensino inclusivo. Há uma lacuna significativa no suporte técnico e no material oferecido aos docentes, evidenciando que, para garantir uma educação inclusiva e de qualidade para os alunos surdos, é preciso promover uma formação contínua e colaborativa, com acesso a recursos pedagógicos específicos e apoio especializado.
Membros da Banca:
Presidente - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - SHIRLEY VILHALVA - UFMS
Data: 13/12/2024 Hora: 14:30
Local: UNEMAT, unidade em Sinop, por link do meet.
Título: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NA PERSPECTIVA INCLUSIVA DO ALUNO SURDO NO ENSINO FUNDAMENTAL
Palavras-chave: Libras. Ensino Inclusivo. Adaptação Curricular. Educação Equitativa.
Páginas: 124
Resumo: Nos últimos anos, a educação inclusiva tem se tornado uma prioridade nas políticas educacionais brasileiras, destacando também a formação de professores para atender alunos com necessidades específicas, como os surdos. O desafio de garantir uma educação equitativa e inclusiva para esses alunos destaca o papel essencial dos professores, que precisam estar preparados para lidar com as especificidades do ensino de Libras e com a adaptação curricular necessária para o ensino. O presente estudo tem como objetivo analisar a formação dos professores para o ensino bilíngue e a adoção de práticas pedagógicas inclusivas, tendo em vista os desafios da inclusão escolar do aluno surdo no Ensino Fundamental II. Os objetivos específicos são: analisar as práticas inclusivas dos docentes, propor atividades de capacitação para professores do 9º ano e organizar um caderno orientativo com atividades inclusivas externas aos alunos surdos. A partir de uma abordagem qualitativa, a investigação foi realizada em uma escola estadual no município de Jauru/MT. Utilizamos a pesquisa participante, uma vez que a pesquisadora está inserida no ambiente pesquisado e realizou as intervenções pedagógicas. Os participantes da pesquisa-ação interventiva foram os professores do 9º ano, que atuam junto ao aluno surdo. A coleta de dados aconteceu por meio de entrevista e questionário semi-estruturados, e o trabalho de oficinas para formação dos professores em estudos da Libras, de forma básica, e conhecimentos sobre inclusão. Os dados obtidos revelam que, embora a inclusão tenha progredido em termos de políticas, muitos professores ainda enfrentam dificuldades em adaptar suas metodologias de ensino. Para o embasamento teórico, entre os autores utilizados, destacamos: Paulo Freire (1987, 1979, 1996), referência na educação brasileira, Quadros e Schmiedt (2006), Lacerda; Albres; Drago (2013), Lacerda, Santos e Caetano (2021), especialistas na educação de surdo, Saviani (2009), Gatti (2010) Lüdke (2012), sobre formação de professores no Brasil, além de legislações como a Lei da Libras, o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que regulamentam a educação bilíngue para surdos. As considerações da pesquisa evidenciam que as intervenções com práticas pedagógicas inclusivas colaboram para o processo do desenvolvimento de ensino com o aluno surdo. Os resultados apontam a necessidade de melhoria das políticas de formação continuada, com um foco maior na capacitação para o ensino inclusivo. Há uma lacuna significativa no suporte técnico e no material oferecido aos docentes, evidenciando que, para garantir uma educação inclusiva e de qualidade para os alunos surdos, é preciso promover uma formação contínua e colaborativa, com acesso a recursos pedagógicos específicos e apoio especializado.
Membros da Banca:
Presidente - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - SHIRLEY VILHALVA - UFMS
Data: 12/12/2024 Hora: 10:00
Local: Banca Fechada
Título: Desenvolvimento de um aplicativo baseado na Pirâmide de Maslow para atendimento de estudantes com Transtorno do Espectro Autista.
Palavras-chave: Necessidades básicas. Família. Tecnologias assistiva. TEA.
Páginas: 85
Resumo: Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) enfrentam, particularmente, dificuldades no aprendizado de rotinas diárias, o que impacta diretamente em sua autonomia e integração social. Diante deste contexto, o objetivo geral deste artigo foi desenvolver um aplicativo de aprendizagem de rotinas para crianças com TEA, considerando as necessidades individuais dessas crianças de acordo com a base da pirâmide de Maslow. A pesquisa, de natureza descritiva, qualitativa e exploratória, apresenta uma revisão de literatura com os principais conceitos sobre os construtos pesquisados da teoria de Maslow e as possíveis contribuições no ensino de crianças com TEA. Além disso, o aplicativo desenvolvido possui sugestões de um estudante diagnostico com TEA e da sua mãe (facilitadora). A partir dos dados obtidos no processo, foi desenvolvido um aplicativo baseado na base da Pirâmide de Maslow, que está em processo de registro no INPI. Os resultados revelaram que uma abordagem educacional integrada, que combina atenção às necessidades básicas segundo Maslow, suporte familiar e utilização de tecnologias educacionais, podem contribuir para o alcance de um processo de aprendizagem mais inclusivo e eficaz, para melhor integração social e desenvolvimento das crianças com TEA.
Membros da Banca:
Presidente - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - MINEIA CAPPELLARI FAGUNDES - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - MARCELO FRANCO LEAO - IFMT
Data: 11/12/2024 Hora: 08:00
Local: Banca fechada ao público
Título: Formação Continuada para Professores de Educação Física: práticas pedagógicas inclusivas e efetivas, visando à participação e desenvolvimento de todos(as) os(as) alunos(as)
Palavras-chave: Educação física inclusiva. Adaptação curricular. Formação de professores. Tecnologia assistiva. Desenvolvimento social.
Páginas: 99
Resumo: Este trabalho explorou os fundamentos e práticas da educação física inclusiva, destacando sua importância na garantia de acesso e participação de todos os estudantes, independentemente de suas capacidades físicas, intelectuais ou sensoriais. Examinou-se como a legislação e as políticas públicas suportam essas práticas e as barreiras enfrentadas na sua implementação, como infraestruturas inadequadas e falta de preparo docente. Discutiu-se a adaptação curricular e a necessidade de formação continuada de professores, além do uso de tecnologia assistiva para promover a igualdade. Avaliou-se também o impacto das práticas inclusivas no desenvolvimento social dos alunos, mostrando como essas práticas melhoram a interação social, a empatia e a autoestima. Por fim, sugeriram-se direções para pesquisas futuras que podem aprofundar o entendimento e a eficácia da educação física inclusiva, visando uma integração mais efetiva e equitativa.
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - NATALIA CRISTINA DE OLIVEIRA - UFMS
Data: 29/11/2024 Hora: 14:00
Local: on line via google meeting - meet.google.com/zzu-ocwa-fmp
Título: UTILIZAÇÃO DE APLICATIVOS MÓVEIS PARA APRIMORAR A APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM TDAH NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA: Um estudo de caso com alunos do 7° ano em Sinop - MT
Palavras-chave: Inclusão. TDAH. Tecnologias Assistivas. Língua Portuguesa
Páginas: 154
Resumo: O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema que afeta milhares de pessoas, desde a infância e pode se estender até a vida adulta. Estudantes com diagnóstico de TDAH no sétimo ano apresentam dificuldades de leitura e interpretação, pois as agitações e inquietações do transtorno interferem em seu processo de aprendizagem. Nesse sentido, a pesquisa busca investigar a utilização de Aplicativos Móveis para aprimorar a aprendizagem de alunos com TDAH nas aulas de língua portuguesa: um estudo de caso com alunos do 7° ano em SINOP – MT. Acredita-se que que a utilização de Aplicativos Móveis seja significativa para aprimorar a aprendizagem de alunos com TDAH nas aulas de Língua Portuguesa, pois as Tecnologias Assistivas apresentam um diferencial em relação ao material impresso e podem contribuir no processo de leitura e interpretação, uma vez que possui recursos atrativos que se diferencia dos demais materiais e possibilita a realização de atividades de modo mais interativo autônomo. A metodologia adotada será de pesquisa qualitativa, um estudo de caso com características de pesquisa ação mediante observação participante e registro em caderno de campo. Diante da análise e dos resultados elaboramos um Produto Educacional, em formato de Minicurso a ser realizado com os professores de Língua Portuguesa atuantes na unidade escolar lócus da pesquisa, com objetivo de contribuir com a formação continuada o sentido de aprofundar os conhecimentos sobre utilização de Aplicativos Móveis para aprimorar a aprendizagem de alunos com TDAH nas aulas de Língua Portuguesa.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 25/10/2024 Hora: 14:00
Local: Via Google Meet
Título: ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE ENSINO DE PROFESSORES NO PROCESSO DE INCLUSÃO DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista. Ensino Fundamental. Práticas deensino. Professor de apoio pedagógico. Formação de professores.
Páginas: 131
Resumo: Nas últimas décadas, as políticas públicas e a legislação educacionalbrasileira, em conformidade com as declarações internacionais, prescrevem aeducação como um direito fundamental, assegurando ao público-alvo da educaçãoespecial o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem em classescomuns nas escolas regulares. Considerando esse contexto, esta pesquisa tevecomo objetivo geral analisar como acontece a inclusão de estudantes com TEAmatriculados no 6º ano do Ensino Fundamental em uma escola pública estaduallocalizada no município de Sinop – MT, a partir da percepção e das práticas dosprofessores. O estudo se orientou por uma abordagem qualitativa, na modalidade deestudo de caso. Para tanto, a coleta de dados foi realizada através de observaçõesnão participantes em duas turmas de 6º ano nas quais há estudantes com autismomatriculados, além de entrevistas semiestruturadas com oito professores queministram aulas nessas turmas. Os dados foram analisados utilizando o método deanálise de conteúdo descrito por Bardin (1997), com aporte teórico sobre aeducação inclusiva e a literatura sobre o TEA. Os resultados desta investigaçãoapontam que os professores reconhecem a importância da educação inclusiva econtribuem com os processos de inclusão de acordo com as condições ofertadaspela escola e as percepções que possuem. Assim, eles apontam desafios,principalmente relativos a estratégias eficazes para trabalharem com estudantesautistas que não acompanham o fluxo de aprendizagem previsto para a turma. Foiconstatado também que a atuação do professor de apoio pedagógico, em conjuntocom o professor na sala de aula regular, contribui para o desenvolvimento depráticas de ensino mais efetivas para o processo de escolarização e inclusão doestudante com autismo, tendo em vista a possibilidade de as ações pedagógicasserem mais individualizada. O recurso educacional resultante deste estudo consisteem um caderno pedagógico com sugestões de atividades adaptadas para que osprofessores dos anos finais do Ensino Fundamental possam utilizar como referência na elaboração de atividades para seus estudantes com TEA que estão em processode alfabetização.
Membros da Banca:
Presidente - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 23/10/2024 Hora: 19:00
Local: meet.google.com/vps-bfdj-aey
Título: EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA: A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIA ASSISTIVA NAS AULAS
Palavras-chave: Educação Física; Tecnologia Assistiva; Inclusão Escolar.
Páginas: 100
Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar o uso das Tecnologias Assistivas nas aulas de Educação Física da rede municipal de ensino no município de Aripuanã/MT. O contexto histórico da Educação Física demonstra que os alunos mais fortes, mais ágeis, mais rápidos e mais habilidosos foram ao longo do tempo mais valorizados em relação àqueles que não possuíam tais características. Ao passar dos anos a Educação Física iniciou a valorização de outras características, como o trabalho em equipe, a socialização, o respeito as regras e os conhecimentos assimilados com as unidades temáticas vivenciadas. Quando abordamos a Educação Física Inclusiva ainda encontramos uma série de dificuldades para promover ambientes de aprendizagem que favoreçam a todos, em especial, para o contexto que envolve a formação inicial e continuada dos professores. A tecnologia Assisitiva pode funcionar como um recurso que visa contribuir complementando ou suplementando as necessidades do Público alvo da Educação Especial. Neste sentido a questão problema que norteou esta pesquisa foi: como os professores de Educação Física do município de Aripuanã/MT utilizam as Tecnologias Assistivas em suas aulas de Educação Física? A metodologia utilizada foi a pesquisa qualitativa descritiva, os sujeito do estudo foram 08 professores de Educação Física do município de Aripuanã/MT. A coleta de dados se deu por meio do questionário e da entrevista e a análise dos dados ocorreu por meio dos eixos temáticos. Os principais resultados apontaram que a Tecnologia Assistiva ainda é pouco explorada dentro da Educação Física. Apesar do seu potencial, muitos Professores de Educação Física ainda enfrentam dificuldades em utilizar esses recursos por falta de formação e suporte adequado. O produto educacional originário desta pesquisa visa contribuir para suprir a lacuna que envolve os temas apresentados e discutidos nesta pesquisa. Deste modo, acredita-se que seja fundamental investimentos em formação continuada e acesso a materiais/equipamentos especializados e específicos para que os professores possam conhecer e implementar estratégias inclusivas eficazes.
Membros da Banca:
Presidente - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 06/09/2024 Hora: 19:00
Local: https://meet.google.com/ohx-uhvk-kho
Título: TECNOLOGIA ASSISTIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POSSIBILIDADES PARA O ATENDIMENTO DAS CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA.
Palavras-chave: Tecnologia Assistiva; Educação Infantil; Transtorno do Espectro Autista.
Páginas: 100
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo analisar como a Tecnologia Assistiva (TA) é utilizada na sala de aula comum na Educação Infantil no atendimento das crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A TA é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba, entre outros, recursos, metodologias e estratégias que objetivam desenvolver habilidades que venham a contribuir para a participação plena do público alvo da Educação Especial na educação escolar. O TEA se caracteriza por ser um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta de forma persistente, entre outros, a comunicação e a interação social da pessoa. O estudo apresenta como questão problema: como a TA pode auxiliar o docente na elaboração de materiais didáticos pedagógicos para criança com TEA na sala de aula comum de ensino da educação infantil? A metodologia adotada foi a pesquisa qualitativa descritiva. Os sujeitos foram 8 professoras, sendo 7 da sala comum de ensino e 1 da sala do atendimento educacional especializado. Os instrumentos de coleta foram: entrevista semiestruturada, observações e diário de campo e a análise dos dados se deu por meio dos eixos temáticos. Os principais resultados apontaram que há um equívoco no conceito de TA confundindo-a com tecnologia da informação. Outro ponto destacado nos resultados refletem o reconhecimento por parte das professoras da necessidade do aprofundamento acerca dos estudos envolvendo crianças autistas, visto, que cada uma apresenta características distintas dentro do espectro. As professoras pesquisadas utilizam material adaptado para suas aulas, contudo, elas não associam esses materiais as ferramentas ofertadas na TA. O produto educacional apresentado ocorreu por meio de uma formação continuada no espaço escolar, um minicurso, abrangendo os conceitos da TA e suas possibilidades de utilização nas aulas com crianças com TEA e a legislação acerca do público-alvo da educação especial. Diante dos resultados coletados conclui-se que as professores se preocupam com uma formação que atenda suas necessidades a fim de atender a todos os alunos. No que se refere as tecnologias assistivas, pelas características interdisciplinares que possui, se mostrou um elemento essencial par atender as necessidades da criança com TEA e possibilitar desta forma, aulas que de fato sem inclusivas.
Membros da Banca:
Presidente - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 31/07/2024 Hora: 08:00
Local: remoto
Título: Alfabetização e letramento de estudantes com Transtorno do Espectro Autista: Estudo do Método IntraAct Brasil
Palavras-chave: leitura, aquisição da escrita, método IntraAct, autismo, inclusão
Páginas: 135
Resumo: Este estudo versa sobre a alfabetização e letramento de estudantes diagnosticados com transtorno do espectro autista (TEA) na sala regular a partir do método IntraAct, instituído como política pública municipal de alfabetização, em Alta Floresta/MT. Tem como principal objetivo investigar as contribuições do método IntraAct na alfabetização e letramento de estudantes com diagnóstico de TEA cursando o 1° ano do Ensino Fundamental. Esta dissertação caracteriza-se como um estudo qualitativo, no qual o caminho metodológico percorrido foi a pesquisa-ação e pesquisa documental. A coleta de dados se deu mediante avaliação diagnóstica, plano de ação, avaliação formativa/somativa e análise de documentos. A pesquisa-ação foi realizada na Escola Municipal Professor Benjamin Padoa no município de Alta Floresta, Mato Grosso, com um estudante, bem como foram feitas análises de documentos de seis estudantes matriculados nas turmas de primeiro ano da referida escola. O embasamento teórico concentra-se nos estudos de Cagliari (2007), Cagliari (2006) Lemle (2009, Soares (2014), Soares (2020) e Kleiman (2012), Marques, Barbosa, Gomes (2018), Mantoan, Prieto e Arantes (2006), Teixeira, (2016), Volkmar, Wiesner, (2019), Oliveira, Trentine, (2023), Flick (2009), Creswell (2007) Gil (2008), Prodanov, Freitas (2013) e Thiollent (1986). Por meio da análise, constatou-se que dos seis estudantes com TEA, matriculados nas turmas de 1° ano da escola, apenas o estudante que participou da pesquisa-ação atingiu nível satisfatório de alfabetização e letramento ao serem submetidos ao método IntraAct. O produto pedagógico resultante do estudo constitui-se em jogos pedagógicos e sua aplicação demonstrou sua usabilidade tornando lúdica a aprendizagem do estudante com TEA participante da pesquisa-ação
Membros da Banca:
Presidente - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - RENATA CRISTINA DE LACERDA CINTRA BATISTA NASCIMENTO - UNEMAT
Data: 05/07/2024 Hora: 19:00
Local: meet.google.com/nhr-psii-rdj
Título: AS CONTRIBUIÇÕES DA TECNOLOGIA DIGITAL COMO PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
Palavras-chave: Tecnologia Digital; Altas Habilidades/Superdotação; Inclusão escolar.
Páginas: 100
Resumo: Esta dissertação consiste em analisar como as tecnologias digitais como proposta pedagógica para estudantes com superdotação/altas habilidades (AH/SD), inserida no contexto da educação inclusiva podem ser utilizadas para enriquecer a aprendizagem destes estudantes. A questão problema elencada foi: de que maneira as tecnologias digitais podem favorecer a construção de saberes de estudantes classificados como AH/SD? A pesquisa de natureza qualitativa descritiva ocorreu na Escola Municipal de Educação Básica Prof.ª Leni Teresinha Benedetti, em Sinop-MT, e envolveu 30 professores. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram: a entrevista semiestruturada, as observações das práticas pedagógicas dos professores e o diário de campo. A análise dos dados se deu por meio dos eixos temáticos (Rinaldi, 2009). Como suporte para entendimento de nosso referencial teórico, dentre outros autores, utilizamos Gardner (1989) para compreensão da teoria das Múltiplas Inteligências, Renzulli (1978) para entender o modelo de Enriquecimento Triádico, bem como, Fleith (2006), Pérez (2004), e Alencar e Fleith (2001), que abordam a necessidade de identificar e atender as altas habilidades/superdotação no contexto educacional brasileiro. Os principais resultados revelaram uma compreensão variada e, muitas vezes, limitada sobre os conceitos de múltiplas inteligências, altas habilidades e das contribuições das tecnologias digitais para este público. As respostas também indicaram uma necessidade urgente de formação continuada e detalhada sobre esses temas, a fim de que os professores possam reconhecer e atender adequadamente estes estudantes que apresentam características tão peculiares. A fim de atender tais necessidades, como produto educacional, desenvolvemos um guia formativo intitulado "As Múltiplas Inteligências e as Altas Habilidades/Superdotação na Educação Digital: conceitos, estratégias e práticas", destinado a apoiar os educadores na implementação de práticas pedagógicas inclusivas e tecnológicas. Conclui-se que é essencial uma formação que de suporte aos educadores para integrar as tecnologias digitais nas suas práticas pedagógicas, assegurando uma educação de qualidade e inclusiva para todos os estudantes. Os dados coletados indicam que, quando utilizadas adequadamente, as tecnologias digitais podem transformar o processo de ensino e aprendizagem, criando um ambiente inclusivo que facilita o desenvolvimento dos estudantes com altas habilidades.
Membros da Banca:
Presidente - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 28/06/2024 Hora: 08:00
Local: https://meet.google.com/vjj-zbuw-vty
Título: Análise da potencialidade dos aplicativos móveis disponíveis como instrumento para o ensino de alunos com Transtorno do Espectro Autista não verbal
Palavras-chave: Ensino e aprendizagem; Tecnologia Assistiva, Transtorno do Espectro Autista.
Páginas: 90
Resumo: A presente pesquisa visa investigar a potencialidade dos aplicativos móveis como instrumento pedagógico no desenvolvimento da aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbal. Especificamente, pretende-se avaliar e identificar quais características dos aplicativos podem ser eficazes para o aprendizado. Para alcançar esses objetivos, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa. Primeiramente, foi realizada uma revisão abrangente da literatura sobre o uso de tecnologias assistivas e aplicativos móveis na educação de crianças com TEA. Essa revisão forneceu a base teórica necessária para entender o estado atual das práticas pedagógicas utilizadas pelos professores do AEE (Atendimento Educacional Especializado) na educação infantil, recursos de comunicação alternativa e aumentativa utilizados na Sala de Recursos Multifuncional verificando quais dificuldades enfrentadas pelos professores no Ensino Aprendizagem no desenvolvimento da comunicação das crianças com TEA não verbal na Educação Infantil. Posteriormente, foi selecionado um conjunto diversificado de aplicativos focados em diferentes habilidades, tais como comunicação, habilidades sociais e habilidades cognitivas. A seleção dos aplicativos foi criteriosa, analisando suas funcionalidades educacionais. Esse estudo incluiu entrevistas com professores do Atendimento Educacional Especializado das salas de recursos multifuncionais que atuam com crianças com TEA na Educação Infantil no município de Tangará da Serra. Esses profissionais forneceram percepções sobre o uso das tecnologias assistivas e dos aplicativos móveis no trabalho pedagógico com crianças com TEA não verbal. Foi realizada a análise qualitativa das entrevistas e observações foi conduzida para identificar como o trabalho pedagógico está sendo realizado com crianças TEA não verbal e como o uso de aplicativos pode auxiliar no ensino, aprendizagem e comunicação dessas crianças. Os dados coletados foram analisados para identificar que pudessem informar práticas pedagógicas mais eficazes. Os resultados preliminares sugerem que os aplicativos móveis têm um potencial significativo para apoiar o desenvolvimento das habilidades cognitivas e sociais de crianças com TEA não verbal. Com as características como interatividade, feedback imediato e a possibilidade de personalização parecem ser eficazes. Além disso, os professores relataram que os aplicativos ajudaram a engajar as crianças de maneiras que métodos tradicionais não conseguiram.
Membros da Banca:
Presidente - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - VALQUIRIA PERASSOLO - SEDUC-MT
Data: 17/06/2024 Hora: 14:00
Local: Qualificação Jesiel Segunda-feira, 17 de junho · 14:00 até 16:00 Fuso horário: America/Cuiaba Como p
Título: O ENSINO DAS FIGURAS DE LINGUAGEM A ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE RONDONÓPOLIS-MT
Palavras-chave: Autismo; Inclusão; Ensino Colaborativo; Ensino Médio.
Páginas: 100
Resumo: A educação passou por profundas transformações nos últimos anos. A Educação Especial e Inclusiva teve e tem destaque neste momento contribuindo com um plano de atendimento aos alunos com deficiências em escolas onde este público seja capaz de desenvolver suas potencialidades. Sendo assim, este projeto visa verificar se estudantes diagnosticados com TEA, em uma escola da rede estadual de Rondonópolis-MT, possuem a compreensão das Figuras de Linguagem através de um protocolo de atividades pedagógicas, de caráter objetiva, para quantificarmos um nível de assimilação no contexto proposto, visto que são habilidades básicas dos documentos oficiais como BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e DRC-MT (Documento Referencial Curricular de Mato Grosso). Com os levantamentos dos resultados do diagnóstico, uma cartilha, com as mais comuns figuras de linguagem, será produzida, ilustrada e trabalhada com eles a fim de que se familiarize com as expressões, visando a internalização de seus significados e contribuindo para domínio destas habilidades. Para isso, utilizar-se-á a coleta de dados por meio da pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo. Logo, literaturas sobre a temática serão analisadas, fichadas e resumidas; já a pesquisa de campo se dará por meio de seleção de quatro estudantes com TEA, suporte nível 1, e um estudante com suporte nível 3, todos do ensino médio – uma vez que são esses os estudantes mais afetados por não terem tido um acompanhamento desde a pré-escola –, devidamente matriculados na Sala de Recursos de uma escola do município de Rondonópolis-MT, em que serão submetidos a uma atividade diagnóstica com 10 questões inicialmente, com prévia autorização do Comitê de Ética da Universidade Estatual de Mato Grosso, bem como dos pais e/ou responsáveis dos estudantes por meio do Termo de Consentimento. Esse protocolo diagnóstico será disponibilizado via “Google Forms” e impresso conforme melhor aceitação dos estudantes. A partir dos resultados obtidos, serão criadas atividades com variações dos instrumentos como comunicação alternativa (podendo ser escrita ou por imagens), cartilha, vídeos, exercícios através de mídias tecnológicas de forma a se avaliar qual proporcionará mais retenção do conteúdo proposto; apresentar-se-á diversas representações de Figuras de Linguagem de forma a contribuir com fomentar as habilidades dos estudantes no que concerne à compreensão dos discursos com a presença de expressões figurativas. Esse estudo parte de um trabalho colaborativo direto com a professora da Sala de Recursos e Multimídia (SRM) e visa auxiliar professores que atuam na educação básica no atendimento a esse público que cada vez mais serão incluídos na sala de aula comum, corroborando no alcance dessas habilidades, proporcionando melhor lidar com a vida fora da escola.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - ESTELA INÊS LEITE TOSTA - SEDUC - MT
Data: 03/06/2024 Hora: 09:30
Local: SALA DO MEET: meet.google.com/kdd-dvsb-vro
Título: Políticas Públicas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva: Um estudo de caso de São Miguel do Araguaia
Palavras-chave: Política; inclusão; atendimento; escola pública, direito
Páginas: 84
Resumo: Esta pesquisa teve como objeto de estudo a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e sua implementação no município de São Miguel do Araguaia, no estado de Goiás. As Políticas Públicas Educacionais referem-se às ações, programas e medidas implementadas pelos governos e outras entidades responsáveis pela educação de um país ou região. A concepção de escola inclusiva enfatiza a importância de garantir que todos os estudantes, independentemente de suas características individuais, tenham acesso a uma educação de qualidade em um ambiente escolar regular. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, cujo objetivo é analisar como a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e as políticas públicas inclusivas do estado de Goiás estão sendo implementadas na rede pública do município de São Miguel do Araguaia, no que se refere aos encaminhamentos e às ações existentes. O corpo teórico da pesquisa tem como orientação o materialismo histórico e dialético, que considera as contradições presentes em nosso modo atual de produção. Com especial enfoque na na Teoria Histórico-Cultural, pois essa abordagem é fundamentada em princípios marxianos buscando explicar a dinâmica social, política e econômica da sociedade humana ao longo do tempo. Os procedimentos metodológicos foram o estudo da legislação que fundamenta a Política inclusiva e pesquisa de campo mediante entrevistas semiestruturadas com os seguintes atores: coordenador regional de Educação, o coordenador do Ensino Fundamental das séries finais, o mediador da inclusão, o secretário municipal de Educação, o coordenador municipal da inclusão e os professores das Salas de Recursos de duas escolas, sendo uma municipal de Ensino Fundamental - séries iniciais e outra estadual de Ensino Fundamental - séries finais, realizadas de forma presencial. Foram analisados documentos referentes às políticas da educação especial, documentos normativos em nível nacional, estadual e do município que fizeram parte da amostra do universo investigado. Os resultados alcançados na pesquisa de campo demonstram que o município de São Miguel do Araguaia tem buscado a implementação de documentos normativos que preveem a efetivação das políticas públicas de educação inclusiva, todavia, nem todas as leis são efetivadas em sua íntegra. Os dados coletados na pesquisa de campo, por meio das categorias de análise, sendo elas: a inclusão dos alunos no Município de São Miguel do Araguaia; Salas de Recursos Multifuncionais – SRM e a organização funcional do Atendimento Educacional Especializado – AEE/SRM, tais categorias evidenciam que os encaminhamentos legais estão postos. Contudo, ao analisar os dados, identificamos educandos público alvo da Educação Especial em classes especiais, o que contradiz as afirmações em benefício da inclusão e demonstram ações pautadas ainda no período da integração, ou seja, permanecem na mesma escola com seus pares, mas em espaços separados. Conclui-se, então, que o processo da inclusão no contexto escolar está encaminhado no município, que seus avanços são consideráveis, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido.
Membros da Banca:
Presidente - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - Everson Manjinski - UEPG
Data: 28/05/2024 Hora: 13:30
Local: SALA DO MEET: meet.google.com/jkx-paan-feq
Título: O COENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: Uma experiência no município de Sinop - MT
Palavras-chave: Coensino; Educação Infantil; ações colaborativas; Educação Inclusiva.
Páginas: 83
Resumo: A presente pesquisa buscou analisar como as ações colaborativas utilizando-se da proposta do Coensino podem contribuir com desenvolvimento das crianças público alvo do Atendimento Educacional Especializado (AEE) em uma escola de Educação Infantil no município de Sinop-MT. No estudo de revisão bibliográfica formam analisados a Constituição Federal de 1988, Declaração Mundial da UNESCO (1990), Declaração de Salamanca (1994), Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (2008), Declaração de Incheon (2015), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação n° 13.005/2014, Lei n°13.146/2015, Resolução n° 4/2009 e Normativa municipal n° 002/SMEEC/2022. Para composição da fundamentação teórica que discute a Educação Especial em uma perspectiva inclusiva foram analisamos as obras de Mendes (2010), Mantoan (2015 e 2021), Rabelo (2012), Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), Mendes, Almeida e Toyoda (2011), Stopa (2002), Braun e Marin (2013) e Capelline e Mendes (2008). A pesquisa utilizou a metodologia qualitativa sendo caracterizada como uma pesquisa colaborativa, uma modalidade de investigação que permite a pesquisadora atuar junto com as professoras do ensino comum e assim contribuir para com a formação docente. Nas etapas de desenvolvimento da pesquisa de campo, primeiramente foi realizada uma reunião com todos os professores da unidade escolar e em seguida aplicado um questionário com seis questões semiestruturadas para todos os 15 professores da unidade educativa. Na sequência foi realizada a entrevista composta por cinco questões que foram gravadas (com gravador e/ou celular) e transcritas para uma melhor análise dos dados, com os gestores da escola, composta pela diretora e por uma coordenadora e com a coordenadora da Educação Especial do município de Sinop. Posteriormente foi realizada a experiência da prática do Coensino em duas salas de Educação Infantil do ensino comum que atendiam crianças público alvo da Educação Especial (PAEE). As atividades de Coensino foram realizadas uma vez na semana com duração de 4 horas, pelo período de quatro meses. O diário de bordo foi um instrumento utilizado nesta etapa da pesquisa com o intuito de facilitar e organizar o registro das situações pertinentes a pesquisa. A pesquisa buscou, portanto, investigar como as ações colaborativas entre o professor que atua no Atendimento Educacional Especializado (AEE), e o professor que atua na sala comum, utilizando -se da proposta do Coensino podem contribuir com desenvolvimento das crianças PAEE na Educação Infantil. Os resultados alcançados com a relação à literatura pesquisada mostram que o Coensino favorece a inclusão escolar e o desenvolvimento de todas as crianças. Após a vivencia da proposta no ensino comum foi possível perceber as contribuições que o Coensino oportuniza no desenvolvimento das crianças PAEE, no entanto fico nítido também a necessidade de mais estudos sobre práticas colaborativas e suas possibilidades de desenvolvimento, para que haja entre os professores maior interação e compreensão sobre as contribuições que o Coensino possibilita na busca de uma educação inclusiva eficaz. A pesquisa também aponta o anseio dos professores por formações continuadas que contemplem a inclusão escolar. Os dados obtidos na pesquisa propiciaram a elaboração de um material de apoio pedagógico (Guia Pedagógico) para orientar os professores da sala comum sobre as possibilidades de ações colaborativas entre ele e o professor especialista que atua na sala do AEE, na perspectiva de uma Educação Inclusiva de qualidade.
Membros da Banca:
Presidente - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 27/05/2024 Hora: 08:00
Local: On line: via:meet.google.com/wdu-ggvq-agk
Título: REALIDADE AUMENTADA NO ENSINO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: uma sequência didática para aprendizagem dos Domínios Morfoclimáticos do Brasil
Palavras-chave: Educação Inclusiva. Educação Especial. Realidade Aumentada. Tecnologia Assistiva. Deficiência Intelectual.
Páginas: 84
Resumo: A presente dissertação apresenta os elementos constituintes da pesquisa que respaldou a criação, desenvolvimento e validação da Sequência Didática enquanto Produto Educacional, requesito do percurso formativo do Mestrado Profissional em Educação Inclusiva em Rede Nacional (PROFEI). Desta forma, é exposto todo processo teórico-metodológico que culminou na produção e validação da Sequência Didática com o uso da tecnologia Realidade Aumentada no processo de ensino-aprendizagem de estudantes com Deficiência Intelectual, em contexto de sala de aula comum. Desse modo, tem-se como objetivo: Construir uma Sequência Didática para o processo de ensino-aprendizagem do conteúdo Domínicos Morfoclimáticos com o auxílio de recursos da Realidade Aumentada, adequando as necessidades de aprendizagem de alunos com Deficiência Intelectual dos Anos Finais do Ensino Fundamental da Escola Estadual Comendador José Pedro Dias, situada no município de Juara – Mato Grosso. Apresenta-se como questão norteadora: O uso da Realidade Aumentada contribuiu para o aprendizado dos conteúdos de Domínios Morfoclimáticos por parte dos estudantes com Deficiência Intelectual? A relevância deste estudo se traduz pela demanda nas matrículas de estudantes com Deficiência Intelectual nas escolas regulares, com cerca de 47% do total de matriculados na modalidade Educação Especial. A metodologia adotada se carateriza por uma pesquisa de método observacional e abordagem qualitativa, no tocante aos procedimentos tem-se a pesquisa blibliográfica no momento de construção do arcabouço teórico que ancorou as discussões e reflexões, e num segundo momento a pesquisa-ação. Como referencial teórico fundamental, utilizou-se Herpich (2019) e Tori, Kirner e Siscouto (2006) na conceituação e aplicabilidade da Realidade Aumentada, Creswell (2014) , Lakatos e Marconi (2007), Minayo, (2009) e Thiollent (apud Gil, 2019), no delinear metodológico da pesquisa e Vigotsky (1997, 1998) na perspectiva pedagógica e na análise dos dados. Os resultados encontrados sugerem que a Realidade Aumentada pode contribuir na aprendizagem ativa e significativa dos estudantes participantes, demonstrando assim, evidências que estes comprenenderam o conteúdo ensinado.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - MAYKER LAZARO DANTAS MIRANDA - IFTM
Data: 20/05/2024 Hora: 09:00
Local: meet.google.com/mov-mybs-aoh
Título: A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA ASSISTIVA NA ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA PERSPECTIVA DA FORMAÇÃO DOCENTE
Palavras-chave: Educação inclusiva, Tecnologia Assistiva, Alfabetização, Transtorno do Espectro autista (TEA)
Páginas: 120
Resumo: Esta pesquisa investiga o impacto do uso de tecnologia assistiva na alfabetização de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), promovendo práticas educacionais que integram a tecnologia assistiva no ensino desses alunos. O objetivo é aprimorar as habilidades pedagógicas dos educadores e o processo de aprendizagem dos alunos com TEA, através de recursos tecnológicos que promovem inclusão e acessibilidade no ambiente escolar. Esta pesquisa tem como questão norteadora a seguinte pergunta: Como, em um contexto de formação continuada, o uso e desenvolvimento de recursos de Tecnologia Assistiva como materiais complementares ao livro didático pode contribuir com o processo de alfabetização de estudantes com TEA? A metodologia adotada é qualitativa e exploratória, sendo um estudo de caso com características de pesquisa-ação. Como produto educacional foi desenvolvido um curso de formação para professores, intitulado "Tecnologia Assistiva na Alfabetização de Estudantes com TEA", oferecido para as professoras de primeiro e segundo ano do ensino fundamental, que atuam nas turmas de alfabetização, da Escola Municipal de Educação Básica Professora Tereza Lobo, em Cuiabá – MT, onde a pesquisadora trabalha. Esse curso foi validado através de atividades práticas com alunos com TEA em processo de alfabetização, demonstrando que o produto educacional auxiliou os professores a implementar atividades mais eficazes para a alfabetização desses alunos.
Membros da Banca:
Presidente - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ALINE FERNANDA VENTURA SAVIO LEITE - UNEMAT
Data: 15/05/2024 Hora: 08:00
Local: Híbrido https://meet.google.com/jij-tzkr-uvw
Título: O ENSINO DE MATEMÁTICA E A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE MATO GROSSO
Palavras-chave: Inclusão, Deficiência Intelectual, Ensino de Matemática.
Páginas: 72
Resumo: Esta pesquisa investigativa, reflete sobre o papel do professor de Matemática e a maneira como ele estimula a participação e a aprendizagem do aluno com deficiência intelectual no âmbito escolar no contexto da educação inclusiva. Nesse sentido, nossa pesquisa se dedica a compreender como professores de Matemática de uma escola pública do Estado de Mato Grosso organizam e planejam suas metodologias de ensino no processo de escolarização e de aprendizagem inclusivo de estudantes com deficiência intelectual, tendo como objetivo princiapl analisar, na perspectiva de professores de Matemática dos anos finais do Ensino Fundamental, de uma escola pública situada em Jauru- MT, como se efetua a inclusão de alunos com deficiências intelectuais no processo de ensino e aprendizagem. Os referenciais teóricos que balisaram o objeto pesquisado se organizaram em apresentar o contexto da deficiência intelectual, descrever a formação de professores para a educação inclusiva e aspectos da educação matemática que fortalecem o ensino inclusivo. Os instrumentos utilizados para a produção de dados foram questionários, com questões abertas e fechadas, que foram respondidos por professores da disciplina de matemática da escola Estadual Deputado João Evaristo Curvo. A análise das respostas dos colaboradores possibilitaram inferir que, mesmo diante das dificuldades estruturais enfrentadas na atuação da educação inclusiva, os professores conseguem promover adaptações curriculares de pequeno porte para estudantes com deficiência intelectual e buscam a utilização de metodologias inovadoras, sobretudo com a utilização do lúdico e, que se mostram capazes de promoverem aprendizagem significativa.
Membros da Banca:
Presidente - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - THIAGO BEIRIGO LOPES - IFMT
Data: 29/04/2024 Hora: 14:00
Local: Link da videochamada: https://meet.google.com/cgj-uqyf-hab
Título: ENSINO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM ESCOLAS PÚBLICAS DE JUARA MATO GROSSO: ANÁLISES ACERCA DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)
Palavras-chave: Aprendizagem. Ensino colaborativo. Inclusão. Autismo
Páginas: 118
Resumo: O trabalho apresenta reflexões sobre o processo de ensino contemporâneo, principalmente, sobre o desenvolvimento da Aprendizagem dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ambiente escolar público de MT. Consideramos a oferta de metodologias inovadoras na Educação Especial e Inclusiva como ponto orientador da pesquisa, especificamente, em duas escolas de Educação Básica de Juara- MT. A pesquisa tem como público alvo dois estudantes com TEA que estão sendo atendidos no Atendimento Educacional Especializado (AEE) e também nas classes comuns de ensino. A exploração dos aportes teóricos nos respaldará quanto a resposta da problemática em questão de como acontece a inclusão dos estudantes com TEA, e se existe a permanência qualitativa no Atendimento Educacional Especializado (AEE) e no atendimento regular, observando, dessa forma, se existe trabalho colaborativo entre os docentes envolvidos com o público alvo da pesquisa. Pretendendo assim, proporcionar uma reflexão da realidade educacional pesquisada em Juara, referente às práticas inclusivas. Para tanto, a presente pesquisa qualitativa tem, primeiramente, um constructo bibliográfico, pautado em livros, artigos, sites, blogs, plataformas, sítios de órgãos públicos federais e estaduais entre outros, e, conta também com a pesquisa empírica, com entrevistas com o corpo docente responsável pelos estudantes pesquisados, com os gestores e pais (ou responsáveis) dos estudantes autistas. Realizamos ainda observações referente aos envolvidos com as turmas dos estudantes pesquisados. Sendo assim, os resultados configuram-se como a análise dos processos de aprendizagem do público alvo da pesquisa, da práxis, reflexo do conhecimento específico dos docentes. O produto educacional apresenta-se com a elaboração de um guia orientador com sugestões de jogos digitais que poderão ser acessados no formato digital e interativo em um código de barra “Código QR” de fácil escaneamento por vários celulares com câmera, para verificar as diferentes metodologias específicas, com o intuito de fomentar o desenvolvimento dos estudantes com transtorno do espectro autista TEA no ensino aprendizagem, também haverá oferta de uma apresentação relacionada ao estudo nas escolas pesquisadas.
Membros da Banca:
Presidente - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - ALINE FERNANDA VENTURA SAVIO LEITE - UFR
Data: 25/04/2024 Hora: 14:00
Local: Universidade do Estado de Mato Grosso - Banca virtual - Unidade Regionalizada Cáceres- Virtualo
Título: OS SABERES DE EXPERIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA ESCOLAR: A PRÁXIS DO EDUCADOR EM CENA PELA HISTÓRIA DE VIDA NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
Palavras-chave: Saberes de experiência. Práxis. Educação Inclusiva. Atendimento Educacional Especializado.
Páginas: 113
Resumo: Os saberes de experiências construídas ao longo da vida escolar são fundantes para a práxis do educador. Assim, neste estudo investigamos as relações, os processos e os movimentos que qualificam a práxis do educador no Atendimento Educacional Especializado (AEE) na especificidade das mediações que a historicidade produz na construção dos saberes de experiência. Dessa construção, nosso objeto de pesquisa consiste em apreender os saberes da experiência e as formações teórico-práticas, tanto inicial quanto continuada, situando esses dois movimentos do trabalho docente do professor no AEE na pluralidade e diversidade de estudantes do AEE. Para a pesquisa, lançamos mão, prioritariamente, da História de Vida, valendo-nos de técnicas de entrevistas para mergulhar nessas mediações. Também recorremos a técnica de coleta de dados de questionários para situar a forma que se revela e organiza os sujeitos de pesquisa, situando no entrecruzamento de análise documental. Participaram das entrevistas seis professoras que atuam em escolas públicas de Sinop. Quanto as categorias organizadoras de análises, orientamo-nos por constructos teóricos de Mendes e Vilaronga (2014), Piccolo (2022), Nóvoa (1992), Libâneo (2016), Freire (1996), Marx (1989) e Kuenzer (2002). Para a proposta do produto educacional, ainda em fase de construção, propomos um guia pedagógico dos saberes organizadores da práxis educativa dos professores de AEE, com a finalidade de fomentar os lugares de historicidades que atuam e medeiam os processos educativos dos professores especialistas. Consideramos que é essencial reconstruir os saberes da docência para prática inclusiva na educação, valorizando a história de vida dos professores no Atendimento Educacional Especializado, considerando o estágio do capitalismo flexível excludente sob seu modelo neoliberal.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - PAOLA CARDOSO PURIN - IFRS
Data: 25/04/2024 Hora: 14:00
Local: meet.google.com/aso-tztx-tpx
Título: ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL ATRAVÉS DE ATIVIDADES DE CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA, NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: Desafios e caminhosSINOP/MT
Palavras-chave: Palavras-chave: Inclusão. Práticas pedagógicas. Alfabetização. Consciência fonológica. Deficiência intelectual leve.
Páginas: 96
Resumo: RESUMONossa sociedade é cercada pela língua escrita nas mais diferentes formas. As habilidades de leitura e escrita são constantemente requisitadas, logo, ser alfabetizado e se apoderar da língua escrita são questões fundamentais para a escola, que deve ter como meta propiciar que todos tenham a possibilidade de ler e escrever, inclusive o estudante com deficiência intelectual leve. Neste trabalho, apresentamos a fundamentação teórica e os dados preliminares, bem como a metodologia utilizada para esse fim. Pesquisa esta que, portanto, se propôs a analisar as intervenções pedagógicas que envolvem atividades de consciência fonológica para o desenvolvimento do sistema de escrita alfabética a estudantes com deficiência intelectual leve, matriculados nos anos finais do ensino fundamental. Os objetivos específicos são: refletir sobre a história de vida desses estudantes, partindo do contexto social do nascimento até a vida escolar; identificar o conhecimento real sobre o sistema alfabético, especificamente no que diz respeito às habilidades de escrita e leitura; descrever os efeitos de atividades de consciência fonológica sobre o desenvolvimento do sistema de escrita alfabética nesses indivíduos; identificar se a mediação de atividades de consciência fonológica contribui para o avanço na escrita. A partir de uma abordagem qualitativa, essa investigação foi realizada em uma escola estadual no município de Sinop/MT. Utilizamos a pesquisa participante, uma vez que o pesquisador está inserido no ambiente pesquisado e realizou as intervenções pedagógicas. Os participantes da pesquisa são dois estudantes com deficiência intelectual leve (DI), matriculados nos anos finais do ensino fundamental (7º ano), não alfabetizados, bem como seus responsáveis. A coleta de dados aconteceu por meio de avaliações diagnósticas (inicial e final), intervenções pedagógicas utilizando atividades de consciência fonológica e entrevista com os responsáveis. Para o embasamento teórico, entre os autores utilizados, destacamos: Vygotsky (2003, 2007, 2010, 2011, 2022), pioneiro nos estudos sobre os processos de aprendizagem e desenvolvimento de pessoas com deficiência no início do século XX e Magda Soares (2022, 2004), teórica que investiga o desenvolvimento da aquisição da escrita na criança. As considerações parciais da pesquisa indicam que as intervenções pedagógicas voltadas para a consciência fonológica têm um impacto positivo no desenvolvimento do sistema de escrita alfabética nesses sujeitos que são o objeto de estudo desta pesquisa. Os resultados preliminares sugerem que as atividades de consciência fonológica contribuíram para a melhoria das habilidades de leitura e escrita, proporcionando-lhes o desenvolvimento de competências linguísticas. Além disso, as intervenções foram bem recebidas e os estudantes com DI demonstraram interesse em participar das atividades propostas. S
Membros da Banca:
Presidente - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Interno - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 27/03/2024 Hora: 09:00
Local: Online pelo Google Meet
Título: TRABALHO COLABORATIVO ENTRE PROFESSOR ESPECIALISTA E PROFESSOR DA SALA COMUM: ESTUDO SOBRE ESTRATÉGIAS DE INCLUSÃO
Palavras-chave: Inclusão. Educação Infantil. Trabalho Colaborativo. Práticas Colaborativas.
Páginas: 108
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo estudar e conhecer quais são, e como se dão as práticas colaborativas desenvolvidas entre o professor especialista e o professor da sala comum, para o processo de inclusão escolar do aluno PAEE. O estudo pautou-se no método de pesquisa qualitativa, com a abordagem de estudo de caso em uma escola da Rede Municipal de Sinop- MT, com turmas de fase I e II, no período matutino. Os participantes da pesquisa foram: um professor especialista que atende na sala de recursos e quatro professores da sala comum que possuem crianças (PAEE) matriculados em sala. As técnicas de pesquisas foram: observação participante, análise documental e entrevistas semiestruturadas. A análise documental, toma as normativas implantadas na educação especial do Município, no ano de 2022, para atribuição de aula do professor especialista que atenderá na sala de recursos. De acordo com a proposta do Mestrado Profissional, o produto educacional foi elaborado a partir dos dados coletados e da revisão da Literatura, resultando em um Guia de Orientações sobre a prática colaborativa, elencada através do trabalho colaborativo, cujo objetivo é apresentar e conceituar a proposta do trabalho colaborativo, e proporcionar que os participantes da pesquisa aprofundem o conhecimento a respeito do tema. Em conformidade com a bibliografia de autores que abordam a temática, o guia traz uma breve informação a respeito da proposta do trabalho colaborativo, conforme a normativa do Município, para que os professores aprimorem o conhecimento e reflitam sobre a proposta. Os resultados apontam que as práticas colaborativas, emergem no contexto de atividades desenvolvidas em conjunto nos espaços escolares, nas observações e discussões sobre os alunos, no acompanhamento do desenvolvimento e aprendizagem, em conversas a respeito do planejamento e estratégias de trabalho. Essas práticas acontecem em sala de aula e se estendem a outros espaços escolares, como o pátio, sala de professores e direção. Os dados apontam, que a colaboração entre os professores, contribuem para que o aluno PAEE participe e desenvolva as habilidades que possui, o que abrange não só esses alunos, como também os demais alunos da sala, além disso, este trabalho será melhor se for desenvolvido com a presença do outro professor.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Bancas - 2022
Data: 15/08/2022 Hora: 14:30
Local: Webconferência via Google Meet
Título: FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM HABILIDADES METAFONOLÓGICAS PARA A ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Palavras-chave: Alfabetização, Educação Especial, Formação de Professores.
Páginas: 75
Resumo: A alfabetização, no Brasil, reflete nos resultados de pesquisas, tanto em análises qualitativas quanto em dados quantitativos, uma história repleta de barreiras, em que problemas sociais e políticos contribuem para manter índices de analfabetismo elevados, bem como níveis de leitura aquém do esperado (BRASIL, 2017, 2020). Assim como a alfabetização, se encontra a Educação Especial, que esbarra em grandes empecilhos constituídos historicamente no país. Ainda muito jovem, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (BRASIL, 2008) tenta reorganizar a estrutura educacional para promover espaços e práticas baseadas nos princípios da inclusão. Há um número elevado em pesquisas sobre a alfabetização, e mais recentemente muitas têm se voltado para o estudo das relações entre consciência fonológica e a inserção da criança no mundo da escrita, nesse sentido fazem parte do constructo teórico as contribuições de Seara; Nunes; Lazzarotto-Volcão (2015), Diniz; Pacheco (2012), Morais (2012), Soares (2003, 2016). Entretanto, ainda há poucos estudos que se referem às habilidades de reflexão fonológica para a alfabetização no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Em vista disso, a pesquisa tem o objetivo de investigar as possibilidades formativas de licenciandos em Pedagogia para estudos de habilidades metafonológicas como recurso didático no desenvolvimento do ensino da língua escrita aos estudantes Público Alvo da Educação Especial (PAEE). A pesquisa caracteriza-se como um estudo qualitativo-interpretativista, baseado nos pressupostos da etnografia colaborativa (BORTONI-RICARDO, 2008), os dados foram gerados, primeiramente com o uso de questionários enviados aos participantes de forma virtual, elaborados com os recursos de formulários do google e, em seguida, foi realizado um encontro colaborativo no qual foi realizada a entrevista grupo focal com os licenciandos do curso de Pedagogia da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), câmpus universitário de Sinop, 9 estudantes participaram da pesquisa, todas do gênero feminino. Os dados levantados com os questionários e o encontro se colocaram como fonte fundamental na construção do produto pedagógico que essa pesquisa se ocupou em elaborar, desse modo, as categorizações e análises mostram um sentimento ou percepção de que os estudos no curso de Pedagogia se ocuparam, em grande parte, com a composição teórica e pouco com a prática pedagógica, como metodologias de ensino e propostas didáticas.
Membros da Banca:
Presidente - ALBINA PEREIRA DE PINHO - UNEMAT
Membro Interno - IVONE JESUS ALEXANDRE - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 14/06/2022 Hora: 14:00
Local: UNEMAT - FORMA REMOTA
Título: Altas Habilidades/Superdotação: oficinas formativas para identificação destes alunos em uma escola da rede pública de Sorriso-MT
Palavras-chave: Altas Habilidades/Superdotação. Identificação. Inteligência. Criatividade.
Páginas: 103
Resumo: Objetivando a qualificação, apresentamos este texto desenvolvido com resultados parciais da pesquisa que se direciona à investigar as problematizações pedagógicas quanto às formulações escolares dos professores na identificação de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação no Ensino Fundamental I, de uma escola pública. Assim, por meio de debates relacionados à concepção de inteligência e criatividade, os professores não possuem ferramentas teórico-metodológicas que qualifiquem as ações pedagógicas para os sujeitos altamente habilidosos, que estão no ambiente escolar e, em razão dessas qualificações, desconhecem as propriedades e as condições educacionais necessárias para com os estudantes com Altas Habilidades/Superdotação. Essa ausência e/ou falta de efetiva qualificação teórico-metodológicas impedem ao professor de promover dimensões pedagógicas tanto no trabalho educativo da sala comum quanto no atendimento educacional especializado (AEE) para esse público-alvo do AEE. Este estudo se desenvolve em uma escola da Rede Estadual de ensino da cidade de Sorriso, Mato Grosso (MT). Como caminho metodológico optamos pela pesquisa-ação em uma abordagem qualitativa a partir ações formativas denominadas de oficinas interativas. Da constituição teórica, associamos a proposição de pesquisa às teorias de Múltiplas Inteligências, de Howard Gardner (1995), e da teoria dos Três Anéis, de Joseph Renzulli (1978), centralmente. Ainda, interessou-nos apreender os processos pedagógicos e avaliativos para a construção de ferramentas teórico-metodológicas, não somente para a identificação de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação, como público-alvo do AEE, mas como impulsão destes estudantes e a organização das ações pedagógicas fundamentais. Como resultado, desta investigação, pretende-se propor um produto educacional denominado de Caderno Pedagógico, com o propósito de criar uma base teórica e metodologicamente para o trabalho pedagógico do professor. Esse caderno pedagógico se construirá, assim, com base no diálogo e construção coletiva que se propiciou na pesquisa através das oficinas realizadas, apresentando caminhos e possibilidades aos educadores, com sugestões de atividades, dinâmicas e avaliações, observando a perspectiva participativa dos professores nos processos pedagógicos investigativos.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ALMIR ARANTES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - GIZELI APARECIDA RIBEIRO DE ALENCAR - UEM
Data: 06/06/2022 Hora: 14:30
Local: Universidade do Estado de Mato Grosso - Banca virtual - Unidade Regionalizada Cáceres
Título: FORMAÇÃO DOCENTE E INCLUSÃO DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) NO PROCESSO DE TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DE SINOP-MT
Palavras-chave: Formação Docente; Práticas educativas inclusivas; TEA
Páginas: 76
Resumo: A presente pesquisa propôs como objetivo geral analisar a inclusão dos escolares com transtorno do espectro autista (TEA) no processo de transição da educação infantil para os anos iniciais do ensino fundamental da rede pública de Sinop, Mato Grosso. Assim, direcionamos a apreender quais as ações inclusivas promovidas pelos docentes da sala comum nessas etapas. Para compreender essa realidade valemo-nos da abordagem pesquisa qualitativa, com enfoque no Estudo de Caso. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e observação sistemática. As entrevistas foram realizadas com professores do AEE, docentes da sala comum, gestão das instituições e familiares/ responsáveis pelos alunos que estão devidamente matriculados, sendo na educação infantil e no ensino fundamental, totalizando dez entrevistas. As observações foram realizadas na sala comum, no atendimento educacional especializado e em ambientes das instituições que fazem parte do cotidiano escolar. Para aprofundar a pesquisa utilizou-se a análise documental e pesquisa bibliográfica de documentos legais e institucionais referente ao atendimento educacional especializado de alunos com TEA. A pesquisa abordou aspectos relevantes como características do TEA e o processo de transição da primeira etapa da educação básica para os anos iniciais do ensino fundamental. Na análise de dados abordamos a caracterização das instituições pesquisadas, o processo educativo dos escolares com TEA inseridos na educação infantil e no ensino fundamental, apresentando concepções dos docentes e gestores das unidades pesquisadas, seus apontamentos e anseios quando se trata do público-alvo da educação especial (PAEE), especificamente, alunos dentro do TEA, considerando suas características e seus desafios. A proposta de produto educacional se direciona para a elaboração de um caderno pedagógico disponibilizado por meio eletrônico, buscando esclarecer dúvidas sobre as características do TEA, envolvendo orientações referentes ao diálogo colaborativo entre as etapas do processo de transição da educação infantil para os anos iniciais do ensino fundamental, bem como sobre as práticas de inclusão dos escolares dentro do TEA. Acredita-se que a pesquisa contribui para as práticas colaborativas para o processo de transição e impliquem na construção de ações educativas direcionadas sob dois aspectos: a transição colaborativa dos alunos dentro do TEA e as relações baseadas em um processo pedagógico enquanto articulação e continuidade na e para a escolarização da criança dentro do TEA. A articulação fundamental para análise empírica fundou-se em relacionar o objeto de pesquisa com o conceito do Bem Viver (ACOSTA, 2016), para o qual tem-se uma sinalização prático-histórica de coletividade, isto é, a defesa de uma sociedade por decisões de práticas colaborativas e respeito a diversidade humana.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - AUMERI CARLOS BAMPI - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - Anna Augusta Sampaio de Oliveira - UNESP
Data: 30/05/2022 Hora: 14:00
Local: UNEMAT - FORMA REMOTA
Título: O ensino colaborativo entre professores da Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e professores de Língua Portuguesa da sala de aula comum: um estudo de caso.
Palavras-chave: Inclusão escolar. Surdo. Língua Portuguesa. Ensino colaborativo.
Páginas: 121
Resumo: A Língua Brasileira de Sinais (Libras) e a Língua Portuguesa (LP) se estruturam de maneiras distintas, apresentando, sistemas linguísticos próprios. Baseando-se nessa assertiva, acredita-se que o aprendizado da escrita pelo aluno surdo se torna difícil quando as metodologias se baseiam apenas em práticas voltadas ao aprendizado de alunos ouvintes, cuja escrita a princípio se dá pela combinação grafema-fonema (letra-som). Sendo assim, essa pesquisa tem como principal objetivo analisar e descrever o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua a alunos Surdos, na perspectiva do ensino colaborativo, entre os professores da Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e professores do idioma na sala de aula comum, em uma escola da rede estadual do Munícipio de Campo Verde/MT. Este estudo foi realizado por meio da abordagem metodológica qualitativa sob a dinâmica de estudo de caso, tendo como método de coleta de dados a observação em sala de aula, entrevistas semiestruturadas, questionários abertos e encontros presenciais. E teve embasamento nas reflexões e discussões teóricas da pedagogia visual de Campello (2008) e do ensino de LP para Surdos em Quadros (2005; 2004; 2006), e Lacerda (2006; 2012, 2013) e Damázio (2007) e, ainda, nas teorias e práticas colaborativas em Zerbato e Mendes (2018), Vilaronga e Mendes (2014) e Capellini e Zerbato (2019), além de justificar-se nas legislações que tratam da educação de Surdos ou de pessoas com deficiência e no “Orientativo para oferta de serviços da educação especial”, da Secretaria de Estado de Educação do Governo de Mato Grosso (SEDUC/SUDE/MT, 2021). Como proposta do produto educacional será elaborado um caderno pedagógico com a finalidade de contribuir com o professor especialista, atuante na SRM, e com o professor da sala de aula comum. Este será composto de orientações didáticas-pedagógicas para o ensino de LP como segunda língua para estudantes Surdos, enfatizando os benefícios do trabalho em colaboração. Como resultado parcial dessa pesquisa observamos ausência de um trabalho na perspectiva colaborativa entre os professores da SRM e de LP da classe comum e utilização de metodologia de ensino de LP para Surdos, baseada em métodos usados com estudantes ouvintes.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - ALMIR ARANTES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - JOSE LUIZ MULLER - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - Lucélia Cardoso Cavalcante Rabelo - UNIFESSPA
Data: 23/05/2022 Hora: 14:00
Local: Webconferência pelo Google Meet
Título: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA ATENDIMENTO AO ALUNO SURDO NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
Palavras-chave: Formação continuada, práticas pedagógicas inclusivas, alunos com surdez, atuação docente, processos inclusivos.
Páginas: 106
Resumo: A necessidade de debates permanentes sobre o tema da formação continuada de professores em uma perspectiva inclusiva tem crescido, nas últimas décadas, principalmente em decorrência das reformas educacionais associadas aos processos de inclusão social em escala nacional e internacional, portanto, torna-se ainda mais importante compreender a confiabilidade de tais debates. Assim, esse trabalho final de conclusão (TFC) faz reflexões sobre a formação continuada de professores que atuam com alunos surdos sob a perspectiva inclusiva e se ela possibilita, significativamente, minimizar práticas pedagógicas excludentes para consolidar, em parte, a inclusão de aluno com surdez. O objetivo geral consistiu em: Analisar os desdobramentos da proposta de formação continuada de professores nas práticas pedagógicas inclusivas e na atuação docente no contexto de aprendizagem do aluno surdo, sob a perspectiva da educação inclusiva. A fim de elucidar as questões que percorrem essa problemática apresentada, os objetivos específicos visam: a) Compreender as necessidades formativas de professores que atuam no atendimento ao aluno surdo, com vistas à inclusão nos contextos educacionais; b) Propor e desenvolver um projeto de formação continuada de professores a partir da escuta atenta acerca dos desafios que encontram no cotidiano escolar ao atendimento do educando surdo; c) Compreender os desafios e possibilidades encontrados pelos professores no desenvolvimento de estratégias de atendimento ao aluno surdo no processo de ensino e aprendizagem. Esse estudo é de cunho qualitativo e fundamenta-se nos pressupostos da pesquisa colaborativa, instrumentado com observações registradas em um diário de campo a partir de encontros formativos e entrevistas semiestruturadas. Os participantes dessa pesquisa foram professores da rede de ensino do estado do Mato Grosso, atuando na sala comum e atendimento educacional especializado. E dentre esses, foram aplicadas oito entrevistas semiestruturadas às professoras que participaram de todo o percurso investigativo dessa pesquisa. O conjunto de dados que formaliza o corpus de análise permite observar que um dos principais entraves para o processo de inclusão é a sobrecarga de trabalho, demandas profissionais que compõem as principais justificativas de ausência nos encontros formativos. A formação continuada abarcou conhecimentos que deram subsídios para que os professores promovessem melhorias nas práticas pedagógicas no contexto de aprendizagem do aluno com surdez sob a perspectiva de uma educação inclusiva. Sendo elas, estratégias de ensino mediante discussão com seus pares, elaboração de atividades adaptadas, fomentação da cultura surda no ambiente escolar, visão de possibilidades e potencialidades de aprendizagens do sujeito surdo a partir de diálogos coletivos. Os resultados apontam que um dos desdobramentos da formação continuada foi o fato de o professor mudar sua maneira de conceber o aluno com surdez, por isso existem possibilidades de aprendizagens que visem seu desenvolvimento.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - ALBINA PEREIRA DE PINHO - UNEMAT
Membro Interno - ARIELE MAZOTI CRUBELATI MUSIALAK - UNEMAT
Membro Interno - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - CLÁUDIA LANDIN NEGREIROS - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CLAUDIA VIVIEN CARVALHO DE OLIVEIRA SOARES - UESB
Data: 20/05/2022 Hora: 14:00
Local: online de modo remoto
Título: A POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL: ESTUDO SOBRE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE SANTARÉM-PARÁ
Palavras-chave: Política Nacional de Educação Especial. Educação Básica. Educação Inclusiva. Inclusão.
Páginas: 69
Resumo: O crescente ingresso de estudantes com deficiência na educação básica pública implica na necessidade de mudanças estruturais, uma vez que não se trata apenas de incluir o aluno no ambiente escolar e sim de garantir o direito de aprendizagem a todos. A presente pesquisa visa contribuir com o tema da educação inclusiva, para isto investiga o percurso histórico do processo de inclusão no município de Santarém-PA. O objetivo foi analisar a implementação da Política Nacional de Educação Especial (2008) no município, identificando as mudanças desenvolvidas e dos desafios encontrados. O estudo foi desenvolvido, por meio de abordagens metodológicas qualitativas, com revisão bibliográfica, estudo documental e de legislação, e coleta de dados primários por entrevistas junto ao coordenador municipal de Educação Especial, coordenadores pedagógicos e gestores de escolas públicas locais. A sistematização dos dados foi realizada a partir de análise de materiais obtidos e registrados no diário de campo, bem como aqueles produzidos nos questionários, entrevistas e os relatos dos sujeitos da pesquisa. No que se refere aos resultados, as análises permitiram traçar uma proposta de produto educacional, o que é um requisito do Mestrado Profissional, onde esta pesquisa se desenvolve. Este produto visa auxiliar na correção da principal limitação identificado pela pesquisa que é o conhecimento parcial de Política Nacional de Educação Especial por parte da gestão municipal de educação e dos demais sujeitos entrevistados.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - SANDRA LUZIA WROBEL STRAUB - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Data: 05/05/2022 Hora: 18:00
Local: Modo Remoto via Google Meet
Título: A SUBJETIVIDADE NOS ESPAÇOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O acolhimento e a escuta nas práticas pedagógicas
Palavras-chave: educação inclusiva, formação de professores, educação infantil, práticas de acolhimento.
Páginas: 93
Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo analisar o acolhimento das crianças com necessidades educacionais especiais na Educação Infantil na perspectiva da educação inclusiva, no município de Sinop-MT. Com base em estudos referenciados neste trabalho, que falam sobre a importância do acolhimento e pela carência de estudos nesta área, a pesquisa buscou repensar as concepções e o paradigma da educação especial e da educação inclusiva na Educação Infantil. Mediante investigação sobre o acolhimento no espaço escolar, como prática educativa que articule nos processos de investigação no ensino comum, buscou-se compreender de que forma e se os professores estão sendo preparados para tal ação. Pela revisão bibliográfica observou-se que se faz necessário para os estudos desta área a compreensão dos conceitos de acolhimento e de espaços inclusivos, o que se realizou neste estudo. Deste modo, compõe a metodologia deste estudo a pesquisa bibliográfica, a revisão da bibliografia, a pesquisa documental e a coleta de dados por meio de entrevistas. Partindo da concepção de educação inclusiva, na perspectiva de uma educação de qualidade para todos, buscou-se por meio de pesquisa bibliográfica e documental realizar levantamentos teóricos que propiciem as reflexões sobre as práticas pedagógicas inclusivas no ambiente escolar. Quanto ao método investigativo, o levantamento dos dados ocorreu através de questionários aplicados aos servidores municipais das instituições mantenedoras. Como parte da proposta do Mestrado Profissiona, elaborou-se como produto educacional um Guia de orientações sobre acolhimento, o qual foi delineado de acordo com os dados coletados. O Guia é uma proposta de ação para o acolhimento nas escolas e visa que os professores tenham autonomia e direcionamento para as questões relacionadas ao tema da inclusão. Como resultato parcial percebeu-se que, na prática, ainda não há uma política municipal com intuito de uma formação de educação inclusiva envolvendo o tema do acolhimento na educação infantil. Dada a relevância do tema, o estudo indica a necessidade de que o acolhimento componha as ações de inclusão no município, a iniciar pela formação continuada dos professores.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - GIZELI APARECIDA RIBEIRO DE ALENCAR -
Data: 29/04/2022 Hora: 12:30
Local: Universidade do Estado de Mato Grosso - Banca virtual - Unidade Regionalizada Sinop
Título: Deficiência visual: uma nova perspectiva sobre a concepção dos alunos deficientes visuais de uma escola da rede pública municipal de Sinop-MT
Palavras-chave: Práticas educativas. Aluno com deficiência visual. Protagonismo.
Páginas: 84
Resumo: Neste texto de qualificação apresentamos resultados parciais da pesquisa direcionada para problematizar e analisar as práticas pedagógicas e as concepções escolares dos/com alunos com deficiência visual no Ensino Fundamental I, com discussões relacionadas a inclusão escolar e as ações do professor. Nessa direção, focamos a pesquisa nas/sobre as práticas educativas que são e podem potencializar o protagonismo da aprendizagem desses escolares, considerando o contexto de inclusão escolar e as dimensões pedagógicas da educação especial. Desenvolvemos este estudo em uma escola da rede municipal de Sinop, Mato Grosso (MT). Como opção metodológica optamos pelo estudo de caso em uma abordagem qualitativa, na composição teórica buscamos relacionar nossa proposta de pesquisa ao sujeito de transcendência de Freire (1979), ao sujeito de potencialidades, segundo Vygotsky (2011), a proposta de uma sociedade que busca respeitar a diversidade e leva em consideração os direitos humanos e os direitos da natureza (ACOSTA, 2016), dentre outros autores que contribuem na compreensão do aluno enquanto um sujeito protagonista no processo de ensino e aprendizagem. A partir das etapas desenvolvidas no decorrer deste processo investigativo observamos que no campo da educação as práticas educativas inclusivas acontecem de maneira limitada, com metodologias diferenciadas por alguns professores, sendo o Atendimento Educacional Especializado (AEE) mais nítido essa proposta. Compreendemos que diferentes fatores externos, como, social, político, econômico, cultural e histórico influenciam no contexto da educação inclusiva. Assim, da pesquisa, ainda, a proposta do produto educacional se direciona para a produção de um caderno pedagógico para os professores, priorizando brevemente uma discussão teórica sobre o aluno com deficiência visual enquanto protagonista no processo de ensino e aprendizagem e com sugestões de atividades que possam ser desenvolvidas com tal público, pautada na perspectiva dos alunos participantes da pesquisa.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - AUMERI CARLOS BAMPI - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - APARECIDA MEIRE CALEGARI-FALCO - UEM
Membro Externo à Instituição - JAIME JOSE ZITKOSKI - UFRGS
Data: 28/04/2022 Hora: 16:00
Local: UNEMAT SINOP pelo google meet
Título: TECNOLOGIA ASSISTIVA E O ENSINO: O USO DE LEITORES DE TELA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL
Palavras-chave: Tecnologia assistiva. Leitor de tela. Formação de professores. Deficiente visual
Páginas: 143
Resumo: Sabemos das barreiras enfrentadas pelos estudantes com deficiência visual cegos matriculados na escola regular, para que tenham acesso a uma educação de qualidade e pautada na igualdade de oportunidade para todos. O computador equipado com um leitor de tela, se apresenta como uma importante ferramenta capaz de amenizar tais barreiras, oportunizando ao educando cego a capacidade de ter acesso aos mesmos conteúdos apresentados a todos os demais estudantes. Subsidiado por tais afirmações, apresentamos este trabalho como resultado de nossa pesquisa de mestrado em educação inclusiva ofertado pelo PROFEI, que teve como objetivo analisar como ocorre a mediação do processo de ensino-aprendizagem de estudantes com deficiência visuais e cegos matriculados em escolas estaduais situadas nos municípios do Extremo Norte do Mato Grosso para o uso do computador equipado com programas leitores de tela, e qual a importância desse conhecimento no processo de ensino-aprendizagem desses educandos na sala de aula regular. Esta pesquisa está caracterizada como de abordagem qualitativa e exploratória, tendo a pesquisa-ação como método de investigação. Nos repousamos nas pesquisas de Carvalho (2020), Farias (2019), Wandermurem (2016), Preti 2012), entre outros diversos trabalhos que tomamos como base teórica para nosso embasamento. A investigação ocorreu em duas escolas do extremo norte mato-grossense com professores de Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), professores de sala regular, gestores e dois estudantes cegos matriculados nestas instituições de ensino. A coleta de dados, ocorreu por meio de entrevistas, que foram realizadas via Google Meet, gravadas e depois transcritas para interpretação e análise, sendo apresentada as alocuções dos sujeitos investigados, bem como a análise dos discursos no decorrer dos capítulos deste trabalho. Diante dos dados apresentados, foi possível averiguar que a falta de formação/capacitação dos educadores, tanto da sala regular quanto da SRM se destaca como maior obstáculo para mediação do ensino-aprendizagem para os(as) estudantes cegos nas escolas investigadas. Apresentamos ainda no bojo dessa pesquisa, nossa proposta de formação continuada para professores e familiares que ocorreu no decorrer da investigação e está apresentada como produto educacional exigido como parte das atividades estabelecidas para a conclusão do trabalho. E por fim apresentamos as considerações sobre os resultados obtidos e o que necessita promover para efetivação de uma escola inclusiva.
Membros da Banca:
Presidente - SANDRA LUZIA WROBEL STRAUB - UNEMAT
Membro Interno - LUCIENE NEVES SANTOS - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EGESLAINE DE NEZ - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CÍCERA APARECIDA LIMA MALHEIRO - UNIFESP
Data: 28/04/2022 Hora: 14:00
Local: UNEMAT SINOP pelo google meet
Título: A CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: A UTILIZAÇÃO DE UM APLICATIVO MÓVEL E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O PROCESSO PEDAGÓGICO
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista, Tecnologia Assistiva, Inclusão Escolar, Aplicativo Rotina Divertida
Páginas: 75
Resumo: A presente pesquisa objetiva analisar como a utilização do aplicativo móvel “Rotina Divertida” contribui para a melhoria organizacional, a autonomia, a interação e a comunicação no processo pedagógico durante a realização das atividades escolares e familiares do aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para o embasamento teórico, entre os autores utilizados, destacam-se: Galvão Filho (2012), APA (2014), Dorvan e Zucker (2017), Schmidt (2018), Georgen (2018), Riesgo (2018) Dias (2021) e Marques e Malheiros (2021). O TEA é considerado um distúrbio do desenvolvimento neurológico que compromete a linguagem e a interação social do indivíduo, tendo, também, como sintoma o desenvolvimento de comportamentos repetitivos. Esse transtorno, normalmente, é percebido na infância e não existe um consenso para o que ocasiona essa manifestação. Assim, nesse viés, o ambiente escolar tem o dever de promover, para a criança com TEA, um local propício para o desenvolvimento das interações sociais, da autonomia e da convivência com outras crianças da mesma faixa etária, sendo orientado por profissionais com formação para auxiliar no aprendizado. A Tecnologia Assistiva (TA) é uma área do conhecimento que visa promover a funcionalidade das atividades diárias para as pessoas com deficiência, um recurso fundamental e eficiente, em um sistema educacional inclusivo. Dessa forma, para a realização desse estudo e a coleta dos dados, foram selecionadas duas escolas públicas no município de Colíder – MT, uma delas encontra-se em processo de autorização e na outra escola já foi possível realizar a coleta de dados; a escola autorizada possui Atendimento Educacional Especializado (AEE) e Sala de Recurso Multifuncional (SRM). Os participantes desse estudo são: duas famílias, representadas por duas mães; dois alunos com TEA matriculados no Ensino Fundamental II, com faixa etária entre 14 a 15 anos; e cinco professores que atuam no ensino escolar com os alunos. Foi analisado, através dos dados iniciais, que os alunos utilizam e fomentam o aplicativo com suas atividades escolares, familiares e sociais, tendo a família como incentivadora e atuante, para que eles utilizem o aplicativo tanto no ambiente familiar quanto no ambiente escolar. Em relação aos professores colaboradores, averiguou-se que três deles desenvolvem o ensino colaborativo com a professora do AEE. Portanto, os dados iniciais da pesquisa sugerem que a utilização do aplicativo em um ambiente escolar adequado, com o direcionamento pedagógico do professor quanto ao uso do aplicativo e com o envolvimento da família nesse processo, promove um ambiente mais saudável para os alunos terem o seu desenvolvimento pedagógico potencializado por meio da utilização do aplicativo Rotina Divertida.
Membros da Banca:
Presidente - SANDRA LUZIA WROBEL STRAUB - UNEMAT
Membro Interno - CHIARA MARIA SEIDEL LUCIANO DIAS - UNEMAT
Membro Interno - ROBSON ALEX FERREIRA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EGESLAINE DE NEZ - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CÍCERA APARECIDA LIMA MALHEIRO - UNIFESP
Data: 27/04/2022 Hora: 19:00
Local: Webconferência pelo Google Meet
Título: A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E AS PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVAS
Palavras-chave: Profissionais da educação. Formação continuada. Educação Especial.
Páginas: 80
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo analisar como se articula o processo de formação continuada em educação especial para os profissionais da educação, com ênfase no trabalho docente e como isso reflete nas ações promovidas no contexto escolar no que dizem respeito às práticas inclusivas, sob a perspectiva da diversidade. Dessa forma, o estudo aprofundou-se em questões inerentes a rotina da escola e logística dos processos e projetos que permeiam os espaços escolares, a fim de correlacionar a dinâmica da formação continuada, planejamento e ações inclusivas. Para tanto, foi realizado o estudo bibliográfico sobre a concepção e conceitos de formação continuada, prática educativa e os determinantes internos e externos, educação especial inclusiva e escola e sua função social, apoiados em MAZZOTA, ZERBATO e MENDES, TARDIF, SOUZA, IMBERNÓN e NÓVOA. Dada a particularidade da unidade de análise, a pesquisa caracteriza-se como pesquisa colaborativa (IBIAPINA), pois entendo que a relevância do processo também se dá ao fato de todos se colocarem enquanto aprendizes com valorização dos conhecimentos e desvelamento das situações reais vivenciadas pelos profissionais da educação. A pesquisa ocorreu na EMEB Rodrigo Damasceno, localizada no município de Sinop/MT, na ocasião houve a propositura de um projeto de formação continuada na escola envolvendo todos os segmentos, para tanto, de forma colaborativa foram elencadas temáticas a partir das necessidade e anseios do grupo. O projeto aconteceu com oito encontros presenciais, onde elucidei conceitos e socializamos questões pertinentes ao público alvo da educação especial e processos inclusivos. Para coleta de dados, realizou-se um questionário inicial a fim de levantar as dúvidas, expectativas e perfil dos profissionais para balizar a proposta de formação. Durante os encontros, toda a conjuntura das discussões foi registrada no caderno de campo da formadora-pesquisadora, como também foram realizadas atividades reflexivas e ao término do projeto de formação, foi aplicado um questionário para analisar o alcance das ações. O conjunto de dados que formaliza o corpus de análise permite observar que as práticas individualizadas, a sobrecarga de trabalho e ausência de formação continuada com atenção as reais necessidades dos profissionais compõem os principais entreves do processo inclusivo. A formação continuada abarcou conhecimentos que deram subsídios para que os profissionais da educação percebessem na prática, mediante discussão com seus pares, possibilidades de atividades, flexibilização, adaptação curricular e ações que atendam a demanda de seus alunos, o diálogo objetivou a possibilidade da mudança do pensamento coletivo.
Membros da Banca:
Presidente - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - ALBINA PEREIRA DE PINHO - UNEMAT
Membro Interno - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Interno - IRENE CARRILLO ROMERO BEBER - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - JULIANA FREITAG SCHWEIKART - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CLAUDIA VIVIEN CARVALHO DE OLIVEIRA SOARES - UESB
Data: 12/04/2022 Hora: 18:00
Local: Modo Remoto via Google Meet
Título: Educação Inclusiva e a Gestão Escolar: ações e práticas no processo de inclusão dos estudantes com necessidades educacionais especiais
Palavras-chave: Educação Inclusiva, Gestão Escolar, Práticas de Ensino
Páginas: 142
Resumo: O presente trabalho analisa as ações e práticas promovidas pela gestão escolar na perspectiva da inclusão dos estudantes com necessidades educacionais especiais, a fim de compreender se existem e quais seriam as limitações para que se promova a inclusão desses alunos no ensino regular. A pesquisa descritiva de abordagem qualitativa e análise de discurso, utilizou como instrumento de coleta de dados a entrevista, que seguiu um roteiro semiestruturado para a conversa com seis diretores de escolas da rede estadual de um município norte-mato-grossense, norteada pela questão de pesquisa: Quais as ações e práticas promovidas pela gestão escolar na perspectiva da inclusão dos estudantes com necessidades educacionais especiais nas salas do ensino regular das escolas estaduais? Estes instrumentos coletaram dados que permitiram contextualizar a legislação atual sobre políticas para a educação inclusiva, investigar como a gestão escolar se organiza para incluir estudantes com NEE e como realiza este trabalho, verificar, junto aos gestores, quais são os recursos e materiais didático/pedagógicos que a escola recebe ou possui para trabalhar com estes estudantes e detectar se a escola realiza formação continuada dos educadores com vistas à inclusão. A Educação Inclusiva esta pautada nos direitos humanos e, em especial, no direito de todos os alunos se beneficiarem de um ensino de qualidade, tendo como intuito básico, os direitos iguais e sua inclusão social. No cenário educacional atual, o movimento inclusivo já é uma realidade, resultado de um conjunto de leis nacionais e internacionais. Trata-se de um arcabouço legal e normativo que busca alargar o acesso à escola regular e que tem impacto fundamental na educação especial. Na concepção dos diretores entrevistados, o processo de inclusão é permeado de questões complexas e, até o presente momento, não tem atendido integralmente às expectativas do coletivo escolar, das famílias e da sociedade em relação a uma inclusão consistente, ampla e verdadeira. No entanto, em que pesem as dificuldades e limitações, os diretores avaliaram o processo inclusivo como positivo. A partir dos resultados dessas investigações, espera-se contribuir para o avanço do conhecimento científico sobre a temática da Educação Inclusiva e legitimar práticas educativas contextualizadas com a realidade e as demandas das escolas e dos sujeitos que a frequentam.
Membros da Banca:
Presidente - LUCIO JOSE DUTRA LORD - UNEMAT
Membro Interno - MARION MACHADO CUNHA - UNEMAT
Membro Interno - NILCE MARIA DA SILVA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - JESUINO ARVELINO PINTO - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - VANESSA FABIOLA SILVA DE FARIA - UNEMAT
Data: 29/03/2022 Hora: 14:00
Local: UNEMAT SINOP pelo google meet
Título: COLABORAÇÃO NA INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DA CIPA/MT: PROPOSTA DE MODELAGEM DE UM APLICATIVO COMO INSTRUMENTO DE ACOMPANHAMENTO E SUPORTE PEDAGÓGICO
Palavras-chave: Educação especial e inclusiva. Interação Escolar. Suporte pedagógico.
Páginas: 146
Resumo: A Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, tem uma grande legislação que a ampara. Porém, observam-se muitos desafios para se efetivar, dentre eles a interação entre os atores envolvidos, que na maioria das vezes não conseguem estabelecer uma interação entre as necessidades dos alunos, preparação dos professores e preparação do ambiente escolar. Assim, este estudo teve como objetivo compreender as dificuldades e desafios que ocorrem na educação inclusiva no município de São Pedro da Cipa/MT, e, a partir destas dificuldades realizar a modelagem de um aplicativo que permita a interação entre esses atores, resultando em uma melhor gestão escolar. Para isso, foram realizadas entrevistas com gestores educacionais, professores da sala de recursos multifuncionais, professores das salas comum e pais de alunos. Após essa investigação foi observado que todos os atores ainda sentem dificuldades no processo de educação inclusiva, e, que a principal destas dificuldades está relacionada à comunicação. No estudo de caso realizado no município de São Pedro da Cipa junto aos pais, professores da SRM, sala comum e gestores foi possível compreender que a interação no fluxo de informação e aprendizagem é uma das principais dificuldades do processo de inclusão. Dentro deste contexto, a conclusiva é que um aplicativo como o apresentado neste estudo, possa sanar a maioria das dificuldades de todos os atores, servindo, inclusive, para além do contexto municipal, mas, tornando-se uma opção para a melhoria da educação nacional já que o aplicativo possibilita que essa interação ocorra em tempo real.
Membros da Banca:
Presidente - SANDRA LUZIA WROBEL STRAUB - UNEMAT
Membro Interno - SUMAYA FERREIRA GUEDES - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - EDNEUZA ALVES TRUGILLO - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CÍCERA APARECIDA LIMA MALHEIRO - UNIFESP
Membro Externo à Instituição - EGESLAINE DE NEZ - UFRGS
Data: 24/03/2022 Hora: 14:00
Local: UNEMAT SINOP pelo google meet
Título: GAMIFICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE APRENDIZAGENS DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Palavras-chave: gamificação, processo de ensino-aprendizagem, tecnologia, inclusão.
Páginas: 130
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo analisar, se o uso das metodologias ativas de aprendizagem, utilizando a gamificação, trabalhando interdisciplinarmente os conteúdos didáticos de português, matemática e arte, é capaz de influenciar positivamente a participação ativa dos estudantes nas aulas. Dessa forma, estabeleceu-se como objetivos específicos: identificar o nível de motivação dos estudantes mediante a autonomia; Identificar o comprometimento no trabalho colaborativo; verificar se os estudantes a partir da estratégia da gamificação reconhecem os gêneros textuais, bem como a capacidade de utilizá-los no dia a dia; reconhecer se a gamificação como metodologia ativa contribui no processo de construção do ensino-aprendizagem e no desenvolvimento de competências socioemocionais. Assim, iniciou-se o estudo bibliográfico sobre as temáticas metodologias ativas e gamificação como metodologia ativa, apoiados em Alves (2014), Alves (2018), Eugenio (2020), Kapp (2012), Moran (2018). Para tanto, definiu-se o conceito sobre a temática, destacando os principais elementos que estão presentes na gamificação, tais como: avatares, competição, colaboração, níveis, recompensas, feedback, entre outros, que podem ser utilizados para promover o engajamento dos estudantes no alcance de um objetivo. Ainda, visando desenvolver um produto capaz de incentivar a interação e a inclusão de todos os alunos, independente das suas características físicas, sociais ou de gênero, este trabalho ancora em pesquisadores como Mendes (2001, 2017), Ferreira (2014), Ribeiro (2019). A pesquisa envolve o desenvolvimento de um produto gamificado, tendo a tecnologia como base para fazer pesquisas e produzir trabalhos, sendo o jogo aplicado em três turmas de 5º ano da Escola Estadual Professor Djalma Guilherme da Silva, localizada no município de Sinop/MT. Utilizou-se como base metodológica a pesquisa participante, pois houve interação e envolvimento da pesquisadora com os pesquisados, buscando compreender profundamente os sujeitos da pesquisa. Para viabilizar a análise dos resultados realizou-se a observação das aulas durante a aplicação do jogo, com registros fotográficos, filmagens e entrevista semiestruturada. Conclui-se que a gamificação como metodologia ativa se mostra promissora e contribui no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, das competências socioemocionais e fortalece o vínculo entre os estudantes e entre os estudantes e os professores.
Membros da Banca:
Presidente - SANDRA LUZIA WROBEL STRAUB - UNEMAT
Membro Interno - ELISANGELA DIAS BRUGNERA - UNEMAT
Membro Externo ao Programa - JULIANA FREITAG SCHWEIKART - UNEMAT
Membro Externo à Instituição - CÍCERA APARECIDA LIMA MALHEIRO - UNIFESP
Membro Externo à Instituição - EGESLAINE DE NEZ - UFRGS